A invasão islamista no mundo

Encontrará aqui um sumário da presença do Islão no mundo seguindo os números oficiais que datam de 2003. Infelizmente, nem todos os países do mundo se encontram na lista.

Alemanha

Cerca de 3,5 milhões de muçulmanos para uma população de 80 milhões de habitantes: percentagem de cerca de 4,5% mas a taxa de crescimento natural da comunidade muçulmana é de 6,6%, enquanto que a Alemanha conhece um envelhecimento preocupante da sua população e irá ter brevemente um crescimento natural negativo.

Arménia

3 milhões de habitantes. Uma centena de muçulmanos apenas. Contam-se apenas 3% "de não arménios". Entre estas minorias, a dos Curdos Yésidis continua a ser numericamente mais importante (cf. NAM N° 42) mas o Molokans, os Judeus ou o Assyro-Chaldéens, minorias que temem pelas suas vidas nos países árabe-muçulmanos vizinhos, vivem também no espaço da jovem república.

Áustria

Mais de 2% de muçulmanos (vindos de Turquia e ex-jugoslávia essencialmente) dos 8,1 milhões de habitantes.

Bélgica

População: 10,2 milhões de habitantes. 450000 muçulmanos (4,5%). Graves problemas nas grandes cidades (cidades industriais de Valónia e de Bruxelas). Se nada for feito, em 2020, Bruxelas será 45% habitada por pessoas de origem muçulmana.

Bielorússia

Cerca de 10,5 milhões de habitantes; 0,2% de muçulmanos (antigos Tatars). Marginalizados e mais ou menos secularizados após os anos comunistas.

Bósnia Herzegovina

Cerca de 4 milhões de habitantes; 40% de muçulmanos. "País" dividido entre a federação croato-muçulmana e a República Sérvia. Encontram-se nesta região alguns dos militantes anti-islão mais virulentos.

A Bósnia Herzegovina foi ocupada durante 5 séculos pelos Otomanos que islamizaram uma parte da população (Eslavos de origem). Os Bósnios muçulmanos acolheram com benevolência os nazis: 20.000 voluntários no exército alemão, a maior parte na divisão SS Hanschar (mesma origem etimológica que Ansar Al-Islam) que exterminou uma quantidade de resistentes sérvios, em ligação com os ustachis croatas.

A guerra de 1992 na Bósnia Herzegovina foi uma guerra civil, no seguimento dos horrores do passado: seria louco querer designar "bons" e "maus". O tribunal da Haia de resto julgou a mesma coisa dos Sérvios que os Croatas e os Muçulmanos. Islamitas vindos de todos os países vieram enfrentar os cristãos na Bósnia Herzegovina.

O antigo presidente muçulmano Alicha Izetbegovic, que levou os muçulmanos à independência, considerou para seu islamismo intransigente. Bin Laden viu a nacionalidade bósnia ser-lhe oferecida por bons e leais serviços.

Bulgária

Ligeiramente mais de 8 milhões de habitantes. A Bulgária perdeu 500.000 habitantes desde 1990. Cerca de 1.100.000 muçulmanos (13%).

Os Pomaks são Búlgaros que foram islamizados pela força durante a ocupação otomana do século XIV ao século XIX: são 165.000. Os outros muçulmanos consideram-se como turcos, representam 10% da população total do país e 70% da população de certas regiões (como a de Kirdzali). Tsiganes, vindos da Ásia menor do tempo da conquista otomana, formam por último uma comunidade com cerca de

300.000 pessoas que se consideram até os três quartos como muçulmanos.

Historicamente, a Bulgária martirizada pelos Turcos otomanos; centenas de milhares de Búlgaros emigraram para a Rússia e a Roménia; no ano de 1876, a repressão turca fez 30.000 mortes e milhares de Búlgaros foram encarcerados ou exilados.

Desde a independência, a Bulgária tenta desembaraçar-se do seu limitador do nível de muçulmanos: cerca de 154.000 Turcos emigram para a Turquia em 1950-51; 115.000 Turcos emigrados entre 1968 e 1978 (de acordo com o governo turco); tensões étnicas em 1989 e expulsão de 300.000 Turcos entre Junho e Agosto (uma parte retornará infelizmente em 1990), greves anti-turcas; em 1993 nova emigração de Turcos.

Canadá

Cerca de 32 milhões de habitantes; 600.000 muçulmanos (1,9%) em muito forte aumento nestes últimos anos. Montreal protege organizações muçulmanas muito activas.

China

1.265 mil milhões de habitantes. Estima-se em 18 milhões o número de muçulmanos na China (1,4%). Estima-se que existam 9 milhões de Ouïghours (povo turcofono) no Xingjiang, representando metade do número de muçulmanos na China. Os Hui são Chineses islamizados aquando do período de expansão do Islão.

A China tomou as medidas que se impunham: mesquitas destruídas, Corão proibido, execuções dos islamitas ouïghours (aparentemente ligados à Al-Qaïda). O Islão ouïghour está em via de erradicação.

A importante comunidade chinesa emigrada ("overseas") é muito desconfiada em relação ao Islão, devido às acções cometidas na Malásia e sobretudo na Indonésia por muçulmanos analfabetos: violações de mulheres chinesas, comércios chineses incendiados, assassinatos...

A China foi, tal como a Índia, uma grande calamidade para o Islão no século X. A mentalidade chinesa, foi muito pouco receptiva ao extremismo religioso, sempre habituada ao pacifismo do budismo, o confucionismo e o taoïsmo. A filosofia chinesa vê no nada uma emissão; as histórias de horrores, de inferno pelo fogo, de peles que substitui-se para prolongar o suplício infernal fazem rir os Chineses mais do que outra coisa. Povo muito pragmático.

Chipre

700.000 habitantes; 19% de muçulmanos.

A população cipriota era maioritariamente grega: havia apenas 18,2% de Turcos muçulmanos (repartidos sobretudo no norte).

Mas em 1974, a Turquia interveio, purificou etnicamente uma larga zona (1619 Gregos desaparecidos), matou mais de 4.000 pessoas e deportou todos os Gregos para o Sul. Colonos anatólios foram conduzidos para repovoar o norte. O Chipre foi dividido em dois estados distintos.

O estado turco do norte possui 37,2% da ilha (enquanto que os Turcos constituiam apenas 18,2% da população em 1960), 70% da riqueza nacional, 50% da indústria, 56% das minas, 83% das actividades portuárias, 65% do potencial turístico, 70% do efectivo. E no entanto, hoje, os Cipriotas turcos (largamente subvencionados pela Turquia) têm um PIB de 4.000 dólares per capita, enquanto que os Cipriotas gregos têm um PIB de 11.440 dólares per capita...

Os Turcos (que beneficiam vergonhosamente da indulgência americana) violaram todas as resoluções da O.N.U, atiraram sobre os capacetes azuis, e efectuaram graves actos incivilizados contras os gregos... sem nunca serem ameaçados pelos países ocidentais.

Croácia

Cerca de 4,5 milhões de habitantes; 1,2% de muçulmanos. Desde os violentos combates contra os muçulmanos em Herzegovina (em 1993), existe desconfiança da população em relação ao Islão

Dinamarca

Cerca de 5,4 milhões de habitantes. Cerca de 100.000 muçulmanos vivem na Dinamarca (1,9% da população), sobretudo os Palestinianos, os Libaneses, os Iranianos, os Iraquianos e os Somalianos que chegaram como refugiados nos anos 1980 e 1990, ao lado de Turcos e Paquistaneses chegados como imigração de mão-de-obra no fim dos anos 1960. Há alguns anos, um satélite do Hizb Al-Tahrir GR Islami, o Partido islâmico da liberdade, apareceu na Dinamarca. Trata-se de um grupo que preconiza uma versão radical do Islão.

Espanha

41,5 milhões de habitantes; ligeiramente mais de 400.000 muçulmanos (cerca de 1%), de origem marroquina essencialmente, mas em aumento constante e de maneira consequente.

Uma nota sombria: muçulmanos de origem e militantes de extrema-esquerda convertidos ao Islão tiveram êxito ao fazer construir uma mesquita em Granada. Símbolo imposto pelos islamitas: o início de uma "Reconquista" muçulmana...

Estónia

Cerca de 1,65 milhões de habitantes; tradição luterana; 1% de muçulmanos.

Estados Unidos

Mais de 6 milhões de muçulmanos. Alguns são radicais e ameaçam o estado do interior. Em 1997, um grupo de organizações islâmicas nacionais constituiu o Comité político muçulmano americano de coordenação. Influência bem mais fraca que a da comunidade judaica, mas que pôde brincar no endurecimento da política americana em relação a Israel.

Eslováquia

População: 5.383.000. Muçulmanos: 1.077 (0,02%). País rural, muito eslavo. Não existe infracção muçulmana de momento.

Eslovénia

1.924.000 habitantes; 1% de muçulmanos. Os muçulmanos quereriam construir uma mesquita ao centro Ljubljana; oposição muito forte da Igreja e da população.

Finlândia

5,2 milhões de habitantes; cerca de 20.000 muçulmanos (0,4%). País ainda relativamente preservado.

França

Calcula-se o número de muçulmanos em 6 milhões, com base em dados dos anos 80. O Estado francês recusa-se a realizar recenseamentos étnicos ou religiosos, pelo que é impossível saber o número exacto.

Estima-se que o número de norte africanos que praticam ou se reconhecem no Islão anda à roda de 8 milhões em 2003, num total populacional de 60 milhões, ou seja, 13% da população. No entanto, é necessário também ter em conta que esta taxa sofre um aumento constante sob o impulso da fecundidade dos muçulmanos e da imigração. Se nada for feito, a proporção dos muçulmanos poderá exceder o terço da população em 2025-2030.

Geórgia

5,6 milhões de habitantes; 21% de muçulmanos.

Várias secessões tiveram lugar, mergulhando o país na guerra e arruinando-o: a Ossécia do Sul, a Adjária e a Abakhasia. Todas as secessões foram incentivadas pelos países muçulmanos vizinhos (e igualmente pela Rússia, por razões estratégicas); contudo os muçulmanos constituem apenas 25% da população da Abakhasia, mas a sua intransigência compensa a sua inferioridade numérica.

Grécia

10,2 milhões de habitantes; 160.000 muçulmanos cerca de (1,5% de muçulmanos, em aumento devido à imigração turca); turcos da Trácia ocidental (para a fronteira turca, cidade de Alexandroupolis); Pomaks bulgarofonos (40.000 pessoas); e uma parte Tsiganes.

O povo grego, o da Atenas democrática do 4º século a.C., o do helenismo (que durou dez séculos de Alexandria a Babilónia, passando por Antioche), o dos pensadores de Constantinopla, ainda é marcado pelas crueldades otomanas. Os Turcos violavam as mulheres, apropriavam-se os bens dos Gregos e retiravam as crianças cristãs de baixa idade para as fazer escravos ou soldados anticristãos (os janízaros): crime de uma obscuridade inigualável. Os Gregos eram forçados a refugiarem-se nas montanhas. As tentativas gregas para reencontrar a liberdade foram afogadas no sangue ("os massacres Chio": quadro Delacroix). Em 1921-22, os Turcos (que já cometeram um genocídio contra os Arménios) purificando a Ásia menor e massacrando milhares de Gregos (1.500.000 chegariam a ganhar a Grécia na precipitação). Cenas horríveis: Gregos que penduram-se às embarcações ocidentais para escapar aos massacres, mas recuperadas pelos Turcos que cortavam-lhes os braços... Desde então, a Turquia continua obstinar-se sobre o povo grego.

Hungria

10,1 milhões de habitantes (mas a população reduz-se a cada ano); 10.100 muçulmanos (cerca de 0,1%) contra 180.000 judeus (remanescente da comunidade ashkénaze da Europa do Leste).

Índia

1,006 mil milhões de habitantes; 120 milhões de muçulmanos (13% de muçulmanos).

Foi na Índia que o imperialismo muçulmano fez mais vítimas. Milhões de hindus foram massacrados ao longo dos séculos pelos muçulmanos, que viam neles apenas associados politeístas (!). Milhares de templos hindus foram destruidos (substituídos por mesquitas).

Em 1947, as Indias britânicas foram separadas em dois estados, devido à intransigência muçulmana: o Paquistão (país "dos puros", crê-se) e a Índia (sem dúvida o país "dos impuros" e os kafirs). Os hindus foram caçados do Paquistão com toda a urgência; mesmo assim ainda foram mais de um milhão de hindus massacrados... Hoje, não existe mais um hindu no Paquistão; na Índia, pelo contrário, pratica-se a tolerância, e contam-se mais religiões que em qualquer outro estado: hinduismo, budismo, jainismo, Islão, sikhismo, mazdaismo, cristianismo, judaismo... A Índia é "a maior democracia do mundo", como se diz correntemente; o Paquistão é o maior estado terrorista do mundo.

Os Paquistaneses reclamam a Caxemira, actualmente hindu. Para esse efeito, financiam grupos armados islâmicos que massacram impunemente (e têm mesmo a proibição de entrada no território a qualquer Israelita), torturam turistas (casos de Hans-Christian Ostro)... 20.000 a 50.000 mortes entre Janeiro de 1990 e Março de 1998 em nome de Allah.

Irlanda

Mais de 3,9 milhões de habitantes. Bastião do catolicismo. Hoje, a Irlanda conta cerca de 7.000 muçulmanos (0,2% da população) e em 1993, a primeira escola muçulmana foi inaugurada. De maneira geral, os muçulmanos na Irlanda têm tendência a agrupar-se entre si e têm muito pouco contacto com o povo irlandês. Integração difícil e uma nação irlandesa preservada.

Israel

O que dizer sobre este conflito ultramediatizado? Sabe-se que Arafat organizou deliberadamente a Intifada a fim de obter concessões suplementares do governo Barak (governo mais pacifista que Israel conheceu)... Sempre houve um lar nacional judaico na Palestina (transferido da declaração Balfour de 1917). Em 1936, tinha mais de 400.000 judeus. A partir desta época, os vizinhos árabes, invejando o nível de desenvolvimento das cidades judaicas, tentaram pogroms. Durante a segunda guerra mundial, os muçulmanos do Médio Oriente colaboraram com os nazis na intenção de exterminar os judeus.

Actualmente, o estado de Israel é um estado democrático, enquanto que os estados árabes são todos ditatoriais. Há em Israel cristãos, muçulmanos... Cada um pode viver em paz, e num estado bem organizado. O problema é que os muçulmanos querem absolutamente abater este oasis de liberdade, este país que fez "florescer o deserto"...

Itália

População: 58 milhões de habitantes. 700.000 muçulmanos (1,2%).

Problema: chegada descontrolada de clandestinos; os muçulmanos seriam com efeito 3 milhões de acordo com os islamitas.

Os islamitas sonham apoderar-se de Roma; num hadith Mahomet teria dito que duas cidades importantes são conquistadas pelos muçulmanos: Constantinopla e Roma. Num sermão pronunciado à mesquita de Cartum, ao Sudão, o cheik Mohammed Abd CGr- Karim declarou: "...O Profeta previu que os muçulmanos apoderar-se-iam da Índia; "Allah salvou dois grupos entre a minha nação das chamas do Inferno: o grupo que atacaria a Índia e o grupo que erguer-se-ia junto de Jesus, o filho de Maria [durante a batalha do Dia do Julgamento]. “O profeta Mahomet falou-nos da conquista de Constantinopla, a capital do Estado bizantino, e a de Roma, onde se encontra o Vaticano... Certas palavras do Profeta já se têm realizado. Os muçulmanos conquistaram Perse e Bizâncio... Os muçulmanos atacaram a Índia que Allah conquistou para nós, até à fronteira chinesa. Os muçulmanos conquistaram Constantinopla, onde se situa a cristandade oriental, e no futuro, um rei potente ascender-se-á nos muçulmanos, em que o Islão espalhar-se-á e sob o qual Roma será conquistada...

Felizmente, a Itália pode contar com uma forte implantação das ideias patrióticas. A Aliança das liberdades está actualmente no poder. Ela abrange primeiramente a Aliança nacional de Gianfranco Fini (que obteve em 1993 47% dos votos em Roma): partido pós-fascista, partidário de um poder forte. 12% dos votos nas legislativas de 2001. Segundo partido classificado à extrema-direita: a Liga do Norte de Umberto Bossi, que defende a Itália do Norte e que é por conseguinte partidário do federalismo. 4% dos votos em 2001. Por último, há naturalmente na aliança o partido de Silvio Berlusconi, Forza Itália.

Berlusconi teve propósitos que o honram sobre a "superioridade" do sistema de valores ocidentais sobre o Islão, um sistema "que garante o respeito dos direitos do Homem e as liberdades religiosas"; também apoiou os EUA e Israel, recusando apertar a mão a Yasser Arafat.

Vantagem da Itália, para além do facto de que é a sede eterna da Igreja católica, os meios de comunicação social não se tornaram no âmago, como na França, pelas doutrinas de extrema-esquerda.

Japão

126 milhões de habitantes, 0,2% de muçulmanos.

Jugoslávia

Sérvia: 7,75 milhões de habitantes dos quais cerca de 20% de muçulmanos, sobretudo no Kosovo onde já praticamente não existem sérvios no seguimento da guerra desencadeada pela OTAN.

Montenegro: 647.118 habitantes; cerca de 22% de muçulmanos. Em 1389, os Turcos otomanos, que invadiram a Sérvia, vencem o príncipe Lazare aquando da batalha de Kosovo Poljé. O patriarcado sérvio, que era estabelecido em Pec (Kosovo) é suprimido. 1593: revolta dos cristãos (sobretudo no Kosovo, coração dos países sérvios) duramente reprimida; será a estreia de uma longa série. Em 1688-90 e 1737-39, os Turcos praticam uma depuração étnica no Kosovo e fazem vir Albaneses (oportunamente convertidos ao Islão) para substituir os Sérvios que fugiram para o norte. Durante a primeira guerra mundial os Sérvios lutaram contra a Alemanha e a Áustria-Hungria ao lado da aliança franco-russa; perdas muito pesadas. Em 1930, os Sérvios e Montenegrinos constituiam 60% da população do Kosovo.

A segunda guerra mundial será uma catástrofe para a Sérvia. Luta corajosamente contra os nazis; mas ao mesmo tempo os muçulmanos albaneses comprometem-se com entusiasmo nas fileiras nazis (de acordo com o exemplo do grande mufti de Jerusalém): divisões SS Hanshar (na Bósnia Herzegovina) e Skanderberg (no Kosovo). As milícias albanesas nazis massacram 10.000 Sérvios do Kosovo e caçam 100.000, substituídos por 75.000 Albaneses. Após a guerra, Tito o Croata, que sonha com uma federação balcânica, proibe o regresso dos Sérvios ao Kosovo, para agradar ao tirano albanês Enver Hoxha. Em 1981, os Albaneses incendiaram a igreja Pec (santuário dos Sérvios). A partir de 1989, é o estado de emergência... Os Albaneses, galvanizados, assassinam vários Sérvios. Vê-se num filme, Milosevic, que não era ainda presidente da Jugoslávia, prometer aos Sérvios da região que não se farão nunca mais atacar. Janeiro de 1997: O reitor sérvio da universidade de Pristina é ferido seriamente aquando de um ataque ao automóvel armadilhado, afirmado pelo ALK. Setembro de 1997: homens armados empreendem ataques de noite simultâneos contra estações de polícia de dez cidades do Kosovo. Conhece-se a sequência... Soldados estrangeiros a mando de políticos (Chirac, Clinton, Blair, Jospin, Kouchner, Schröder) totalmente ignorantes da história dos Balcãs virão investir sobre os Sérvios, considerados os "maldosos", e bombardear Belgrado, grande cidade europeia, sem respeito para com os civis: método cobarde e fascista. Custo da reconstrução: 50 mil milhões de dólares (para um país também pequeno, é apocaliptico)...

Antes do escândalo do Kosovo, a NATO tinha-se igualmente tomado aos Sérvios na Bósnia Herzegovina, no que era no entanto uma guerra civil... A administração Clinton via na Europa uma ameaça, e tudo fez para emergir dois estados muçulmanos no seu seio (Bósnia Herzegovina, Kosovo). Da mesma maneira, os Americanos fazem pressão para que a Turquia entre na Europa; a chegada de um país de 80 milhões de habitantes presa à subida islamita, um país que ocupa Chipre e que não respeita as resoluções da ONU, a chegada de tal país à Europa tocaria evidentemente o dobre de qualquer unidade europeia coerente.

Durante estas duas guerras na Jugoslávia, as manipulações foram constantes: hoje sabe-se que o famoso bombardeamento do mercado de Sarajevo foi organizado pelo SDA de Izetbegovic; que o criminoso de guerra Naser Oric foi o instigador de uma grande parte dos massacres à Srebrenica; e que o massacre de Rakac ao Kosovo era um pretexto (mesmo tipo de desinformação que Timisoara na Roménia)...

Letónia

2.750.000 habitantes; 0,4% de muçulmanos.

Lituânia

3.840.000 habitantes; país católico; 0,1% de muçulmanos.

Macedónia

Cerca de 2,025 milhões de habitantes; 30% de muçulmanos vindos da Albânia (os Albaneses têm, e de longe, a mais forte taxa de natalidade da Europa; espalharam-se no Kosovo, no Montenegro, na Grécia do Norte e Macedónia).

Após ter obtido o Kosovo, o UCK (milícia islamita albanesa), desejoso de uma "Grande Albânia", lançou investidas sobre a Macedónia. Estas investidas continuam, actualmente, sem que os intelectuais bem pensantes da extrema-esquerda se indignem o mínimo que seja. A população da Macedónia vive no medo, entregue às mãos de fanáticos...

Malta

379.000 habitantes (língua semítica bastante próxima do árabe). Tem 98% católicos.

Os Malteses são os primeiros cristãos da Europa (naufrágio de S. Paulo na ilha). Em 1565, os Turcos cercam a ilha; levam milhares de Malteses como escravos. Construção de fortificações defensivas pelos Franceses da Ordem de Malta.

O país continua a ser muito profundamente católico; oposição ao Islão.

Moldávia

4.544.000 habitantes; país ortodoxo; cerca de 0,2% de muçulmanos.

Noruega

4,3 milhões de habitantes; 80.000 muçulmanos (cerca de 1,9% de muçulmanos). Em certas escolas, os muçulmanos são a maioria. Há cerca de trinta mesquitas em Oslo.

Nova Zelândia

País com cerca de 3,1 milhões de habitantes, ligeiramente mais de 20.000 muçulmanos, 0,5% da população. Os primeiros muçulmanos chegaram à Nova Zelândia em 1868: tratava-se de Chineses, que trabalhavam na indústria mineira, que seguidamente voltaram para a sua terra natal.

Foi necessário esperar até 1908 para ver os inícios de uma presença muçulmana permanente - embora numericamente modesta - nestas ilhas do Pacífico. O número de muçulmanos começou a aumentar a partir dos anos de 1950 e cresceu para 15.000 almas durante as três últimas décadas. Quatro mesquitas foram já construídas. Na região de Auckland, uma igreja foi transformada em mesquita. Terrenos foram adquiridos para servir de cemitérios muçulmanos.

Países Baixos

16 milhões de habitantes; oficialmente 850.000 muçulmanos (5%).

Um líder carismático, gay, modelo de tolerância, Pim Fortuyn, tinha decidido efectuar o combate contra a islamização da Europa. Pim não escondia a sua irritação a respeito do Islão; defendia a causa de Israel e das mulheres. Obteve 35% dos votos nas municipais de 2002 em Roterdão. A imprensa de esquerda, como o reconheceu posteriormente, classificou "impulsivamente" Pim Fortuyn entre os extremistas; dizia-se continuamente ameaçado, sublinhando uma semana antes da sua morte, a responsabilidade aos trabalhistas se algo lhe acontecesse. Foi em 6 de Maio de 2002 que Pim Fortuyn foi assassinado por um militante da esquerda "democrática".

Nas eleições legislativas de 2002 (que davam Fortuyn como grande vencedor), o partido de Pim Fortuyn recolherá 26 lugares entre 150.

Desde então, uma jovem mulher de origem muçulmana, Ayaan Hirshi Ali, assumiu o papel de principal critica do Islão, criticando também os intelectuais de esquerda pela sua passividade perante os perigos do Islão. Ayaan Hirshi Ali explicou o seu sofrimento no seu país natal, a Somália, sob o jugo muçulmano.

Polónia

Cerca de 39 milhões de habitantes; mais de 10.000 muçulmanos (0,03%). Bastião do catolicismo.

Portugal

10,3 milhões de habitantes; mais de 20.000 muçulmanos (0,2%). País pouco atingido; contudo os muçulmanos do norte de África (instalados após 1974) são muito reivindicativos e incómodos.

Roménia

22,3 milhões de habitantes (povo latino mas ortodoxo); 0,5% de muçulmanos (ou seja cerca de 112.000 pessoas).

Os Romenos lutaram contra a invasão otomana durante vários séculos. Resistentes famosos: Mircea o Velho, Vlad Tepes, Dracula, Michel o Bravo, Etienne o Grande...

Reino Unido

Há quase 2 milhões de muçulmanos no Reino Unido para uma população de cerca de de 60 milhões de habitantes: percentagem de cerca de 3,5%. Os muçulmanos do Reino Unido vêm frequentemente do Paquistão e têm uma atitude muito odiosa em relação ao Ocidente. Um problema importante: a tradição liberal inglesa faz com que não haja bilhete de identidade no Reino Unido e que dezenas de movimentos islamitas perigosos tenham voz nas ruas de Londres. Londres tornou-se a capital do islamismo radical na Europa.

Rússia

146,5 milhões de habitantes; cerca de 15 milhões de muçulmanos (10,2%). A partir do momento em que Constantinopla caiu, a Rússia levou a cabo um longo combate contra os Otomanos, destruidores do grande Império. A Rússia protegeu as populações ortodoxas das exacções otomanas.

A Rússia foi sangrada a branco pela segunda guerra mundial (mais de 20 milhões de mortes) e pelo estalinismo. Perdeu o controlo da Ucrânia e da Bielorússia, que eram historicamente regiões de cultura russa.

A Rússia vai perder habitantes em razão de uma fraca natalidade; mas subsistem muitos Russos nas repúblicas soviéticas da Ásia central, nomeadamente no Cazaquistão onde os Eslavos representam 35% da população (17 milhões de habitantes).

Os muçulmanos russos são essencialmente turcófonos, resíduos de Tátaros.

Na Chechenia, movimentos islamitas proclamaram unilateralmente a independência em 1991. Estavam concentrados por wahhabitas de origem árabe. Estes movimentos introduziram a Charia (como no Afeganistão), o que suscitou reprovação de uma grande parte da população. Sobretudo, iniciaram um genocídio absolutamente abominável. Eis um texto que não é marcado pela propaganda da extrema-esquerda francesa: "Em 1991, os Russos representavam 25% da população da Chechenia e mais de 50% da população de Grozny, mas durante alguns anos foram praticamente exterminados ou forçados a fujir." De acordo com os dados oficiais, 21.000 pessoas foram mortas, e mais de meio milhão fugiram (...) ninguém gritou por genocídio. Nenhum defensor famoso dos "direitos do homem" interpelou Doudaev e os seus bandidos (...) Os bandidos trataram das suas feridas, rearmaram-se, abriram o caminho do tráfico de narcóticos e de armas com o estrangeiro e atacaram o Daguestão. Moscovo ficou desprovida, e só a resistência Daguestanesa acorridos de toda a Rússia para defender a sua pátria de um "povo irmão" parentes pelo sangue e pela fé, pôde parar os Chechenos (...) um dos principais mitos da guerra da Chechenia é que é a guerra de todo o povo para libertar-se dos "colonizadores russos". (...) e quando se diz "todo o povo", é sem exagero. Os jornalistas que o dizem não gostam de recordar que os grupos armados são em grande parte compostos não por Chechenos, mas por mercenários estrangeiros, o que significa terroristas bem treinados vindos de outros países. Assim, o árabe Cheikh Abou Omar dirigiu sapadores até à sua morte; o destacamento de boïeviki mais numeroso e mais violento era comandado pelo Jordano Khattab que fez as suas aprendizagens nos campos de Ben Laden e tinha sido financiado pela Arábia Saudita e pela Turquia; por último uma boa metade dos grupos é composta por profissionais vindos da Albânia, do Afeganistão, do Azerbaijão, países do Médio Oriente e mesmo da França e dos Países Bálticos.

República Checa

10,3 milhões de habitantes; 20.000 muçulmanos (0,2%). De acordo com um inquérito nacional, realizado em Junho de 2003, a grande maioria dos Checos considera os estrangeiros como um problema importante.

A população checa está em queda: todos os anos há menos Checos. No primeiro semestre de 2003, houve uma diminuição de 10.000 Checos, e no entanto a população total conta mais 20.000 pessoas mais devido à imigração.

Suécia

8.847.000 habitantes; cerca de 225.000 muçulmanos (2,5%). O Islão desenvolve-se rapidamente na Suécia, devido à uma política laxista em matéria de imigração e um sistema social particularmente generoso (país mais social da Europa). A sociedade sueca, outrora extremamente calma e solidária, começa a sofrer das tensões inevitáveis que conduzem as reivindicações muçulmanas. Consequentemente, grupos de skinheads constituíram-se.

Suíça

O número de muçulmanos que residem neste país é de cerca de 350.000, ou seja 3.5% da população suíça (é actualmente difícil ser preciso quanto ao recenseamento dos muçulmanos na Suíça). A grande maioria da comunidade muçulmana é representada por Turcos (cerca de 36.4%), seguidos dos jugoslavos, dos quais 17.4% declara-se muçulmana, ou seja cerca de (22%). A comunidade árabe que conta cerca de 50.000 pessoas (incluidos Refugiados políticos) representa apenas 15.6% do conjunto da comunidade muçulmana.

Os Suíços têm a impressão que o seu modelo social é ameaçado. Islamitas como Tariq Ramadan aproveitam generosamente da liberdade que reina na Suíça.

Consequentemente, uma nova direita radical, a União Democrática do Centro (UDC) liderada por Christoph Blocher, foi o grande vencedor das eleições nacionais de 1999, obtendo 22,6% dos votos (mais que os socialistas e que a falsa direita).

Tailândia

Em 15 de Julho de 2002, o Conselho Nacional de Segurança da Tailândia decidiu a criação de uma nova força de segurança para as províncias meridionais do país, devido à predominância muçulmana. Esta decisão dá seguimento aos vários incidentes violentos.

Sunitas, os muçulmanos da Tailândia são largamente de origem malaia, o que cria relações transfronteiriças. Maioritários no Sul, os muçulmanos representam 4,6% da população total do país (61 milhões de habitantes), de acordo com os resultados do recenseamento do ano 2000, que mostrava aumento do número de muçulmanos desde 1990 - eram 4,1% dez anos antes.

Ucrânia

Cerca de 54 milhões de habitantes; 0,5% de muçulmanos. No prosseguimento desta estimativa, o número é muito mais importante, porque autorizou-se os muçulmanos da Crimeia a retornarem às suas origens. A Ucrânia foi lugar de lutas incessantes entre os Tataros turcos e os cristãos ortodoxos. Tarass Boulba de Nikolaï Gogol põe em cena o combate dos Cossacos contra os invasores.

Fontes: Islão perigo, Religioscope

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