O lado negro da diversidade

Por David Duke

Esta foto e artigo foram-me enviados pelos meus amigos da Suécia. Mostra a imagem de uma vítima de violação chamada Linda. Ela tornou-se num dos muitos recipientes suecos da riqueza multicultural às mãos dos imigrantes.


Na Suécia, um país com uma população não-europeia na ordem dos 10%, 80% das violações e quase 100% das violações em grupo são cometidas por não-europeus. A Suécia foi submetida nos últimos 20 anos a um aumento radical de não-brancos. Devido a essa alteração demográfica, os roubos, violações e homicídios aumentaram em grande percentagem. A violação em grupo, um crime desconhecido na Suécia de há 20 anos, é agora algo comum.

Este malicioso ataque foi efectuado contra duas raparigas por um grupo de imigrantes africanos. Aconteceu em Gothenburg, onde discursei no início do ano. As duas raparigas iam a caminho de uma festa e precisaram de pedir indicações. Profundamente doutrinadas pela comunicação social a não terem nenhum medo “racista” dos pretos, aceitaram acompanhá-los quando estes lhes disseram que sabiam o caminho. Em vez de as levarem à festa, raptaram-nas, separaram-nas e espancaram-nas violentamente. Uma das raparigas foi violada enquanto a outra, gravemente ferida, se fez de morta e evitou a violação.

Estimuladas por entrevistadores politicamente correctos na TV, pouco depois dos ataques as raparigas concordaram com o facto de que os atacantes “por acaso serem pretos” não ter “nada a ver” com o incidente. Na realidade o facto é que este malicioso ataque e a praga de brutalidades, por toda aquela que em tempos foi considerada a nação com menos criminalidade da Terra, não ocorreriam se não fossem as insanas políticas de imigração do governo sueco e da comunicação social que as promove.

Nove meses depois dos ataques a polícia deteve finalmente um dos prevaricadores. A imprensa sueca suprimiu imagens do mesmo e descreveu-o como um “finlandês” porque o assaltante africano possuía um passaporte finlandês.

É impossível negar o facto de que a imigração em massa tem levado à vitimação de um grande número de pessoas inocentes em todos os países do mundo Euro-Americano. Quer se fale da Suécia, da França, da Grã-Bretanha ou dos EUA, ninguém pode negar este facto da vida. Faz parte de uma crescente e cada vez mais rápida tragédia a assolar o nosso povo. É o lado negro da diversidade que a comunicação social esconde do povo.

É estranho, não é? Nós que não queremos que o nosso povo seja brutalizado, violado e assassinado, que não queremos que as nossas nações se transformem em países com condições semelhantes às do Terceiro Mundo, que não queremos perder o nosso legado e a nossa cultura como consequência da imigração – somos chamados de cruéis e de odiosos. Ao mesmo tempo, aqueles que levam a cabo essa brutalidade sobre nós, como a que aconteceu à Linda, são chamados de fornecedores do amor e da bondade humanas.

Creio eu que a Suécia, e já agora o resto da Europa, tinham muito mais amor e bondade antes das “bênçãos da diversidade”.

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