O nosso socialismo

Por Harold A. Covington

Esta semana, vou falar-vos de algo que parece provocar muita preocupação e curiosidade: o porquê de usarmos o termo "socialismo" no nome do nosso Partido e no nome da nossa doutrina, o Nacional-Socialismo. Para dizer a verdade não despertamos nem de perto nem de longe tanta preocupação quando utilizamos esta palavra hoje em dia como aquela que despertávamos há muitos anos, quando existiam elementos mais conservadores no nosso movimento. No entanto, essa preocupação ainda existe. Existem ainda algumas pessoas a quem a palavra "socialismo" traz visões do Kremlin e que pura e simplesmente não conseguem contornar essa ideia, mesmo embora ela seja totalmente incorrecta. O resultado é que, por vezes, ainda nos aparece gente que nos chama comunistas por causa da palavra "socialismo". Mas existe uma razão muito boa para utilizarmos essa palavra como segunda parte do nosso nome.

A primeira coisa que vos quero explicar é que existem muitos tipos de socialismo. Provavelmente, a maioria das pessoas encontra-se mais familiarizada com aquele a que se chama Comunismo (tal como foi formulado em meados do séc. XIX pelo judeu Karl Marx). Contudo, existem outras formas, tais como a versão suave a que se chama Social-Democracia, que constitui aquilo a que chamamos, aqui nos EUA, o Liberalismo. Mas os princípios entre estes dois tipos de socialismo não diferem: basicamente, os liberais são marxistas sem força nas suas convicções. Pode-se dizer que os liberais são marxistas descafeinados.

Depois, existem as diversas e estranhas versões de extrema-esquerda do Marxismo, tais como aquelas que são praticadas na Coreia do Norte, China, etc. A maioria das chamadas filosofias socialistas acabam por não ser mais do que variações do Marxismo. E é aqui que o Nacional-Socialismo difere de tudo o resto: é que o nosso socialismo não tem como base os escritos do judeu Karl Marx mas sim o carácter da nossa Raça Ariana.

O Socialismo Marxista ou Comunismo é, na sua essência, o outro lado da moeda relativamente ao Capitalismo, já abordado noutro artigo desta série. À semelhança do Capitalismo, o Marxismo defende que o homem é essencialmente uma unidade económica de produção e consumo, uma peça de uma grande máquina que precisa de ser alimentada, lubrificada e mantida, sendo depois atirada fora no dia em que já não tiver forças para continuar a desempenhar o seu papel produtivo neste todo.

Sim, já sei, já disse isto antes e por várias vezes, pelo que alguns de vocês se calhar já estão a ficar aborrecidos, mas vou continuar a repeti-lo porque é a lição mais importante que todos têm que aprender relativamente à nossa luta de hoje em dia: a nossa luta é, de um modo geral, uma luta da espiritualidade e do idealismo contra o materialismo e contra as duas forças que moldaram a mentalidade do século XX e que continuam a controlar, em boa parte, os nossos destinos. Refiro-me ao Comunismo e ao Capitalismo, filosofias que são ambas profundamente MATERIALISTAS. É neste ponto que o Nacional-Socialismo diverge em larga escala destas duas filosofias: o Nacional-Socialismo baseia-se no Homem, enquanto o Comunismo e o Capitalismo baseiam-se na Matéria.

De qualquer maneira, para voltar ao tema central deste artigo, o nosso socialismo não é materialista ou económico. Baseia-se, isso sim, no actualmente quase esquecido conceito de DEVER SOCIAL, na ideia de que nenhum homem é uma ilha e que, juntamente com os seus direitos e privilégios, também tem deveres e obrigações para com a comunidade em que se insere e para com a cultura e povo no seio dos quais nasceu. Em tempos, esta ideia era aceite por toda a gente, ao ponto de ninguém a por em causa. Mas actualmente, já quase que desapareceu da vida quotidiana das nossas nações. O nosso socialismo ensina que existe algo que é mais importante na vida do que a busca frenética de pequenos pedaços de papel a que chamamos notas e do que a segurança temporária que esses mesmos pedaços de papel nos podem trazer. O nosso socialismo é o socialismo do homem que não fica sentado a ver a casa do vizinho a arder: é o socialismo do homem que vai ajudar o vizinho a apagar o incêndio.

Hoje em dia, estamos na terrível situação em que estamos muito por causa de termos decidido que cada um de nós deveria seguir o seu caminho e mandar todos os outros para o inferno. Os brancos decidiram abandonar voluntariamente a sua identidade racial e cultural porque essa mesma identidade interferia com o ganhar dinheiro. E ao fazê-lo, tornámo-nos exactamente naquilo que o sistema capitalista quer que sejamos: unidades económicas de consumo e produção e nada mais. Mas, quando NASCEMOS, não somos gente assim tão sem rosto, sem raça e sem cultura que só serve para trabalhar e comprar coisas no hipermercado. A raça e a espiritualidade são coisas GENÉTICAS; estão por isso no nosso sangue e essas qualidades são em si próprias um tipo de socialismo, na medida em que constituem um elo de ligação entre todos os povos de raça Ariana. O nosso socialismo é, antes de tudo o mais, um tipo de sentido de comunidade que as pessoas das sociedades arianas saudáveis mostraram desde sempre.

Em segundo lugar, existe uma diferença entre um Estado GRANDE, tal como este é definido pelos liberais e pelos socialistas vermelhos, e um Estado RESPONSÁVEL. Se por um lado nós, os Nacional-Socialistas, não acreditamos num estado-providência e apoiamos a livre iniciativa, por outro acreditamos e defendemos que o Estado tem certas obrigações morais, económicas e políticas para com os seus cidadãos.

Nunca caiam na armadilha do chamado libertarismo, que não passa de uma capa moral para o pior tipo de laissez-faire, o estilo pirata de capitalismo de cariz monopolista do século XIX. Os libertários defendem que o Estado deve ser mantido o mais fraco e próximo da não-existência possível e, por esse motivo, muita gente passou a chamá-los anarquistas. Mas não é isso que eles são. São, isso sim, capitalistas. Acho que a maioria dos libertários sabe perfeitamente aquilo que aconteceria se o Estado fosse muito enfraquecido ou desaparecesse: não teríamos liberdade, mas sim enormes empresas multinacionais a aparecer para substituir-se ao Estado nas funções que este deixaria de desempenhar. Afastemos por isso de uma vez por todas essa ideia estúpida de que o Estado é sempre mau. O facto de ele ser bom ou mau depende apenas de quem o controla e dos objectivos para os quais a máquina desse mesmo Estado é orientada.

Numa sociedade Ariana o Estado tem de facto deveres e obrigações para com o povo Ariano, deveres e obrigações que vão para além de manter um exército e um serviço de correios: o Estado tem a obrigação de garantir que toda a gente tem acesso a um emprego e a ganhar a vida de forma a poder sustentar a sua família em paz e segurança. Tem além disso o dever de assegurar a existência de postos de trabalho e que a economia doméstica seja gerida de uma forma eficaz e competente de modo a produzir emprego e prosperidade. O Estado tem além disso a obrigação de garantir que nenhum cidadão seja privado do acesso a cuidados médicos por não ter dinheiro para os pagar, bem como de garantir que todos os seus cidadãos têm um local decente para viver, pagando um preço acessível por esse mesmo local. A estas obrigações acresce a de garantir que as crianças arianas tenham uma vida limpa e segura e que possam crescer num meio ambiente saudável. Por último, o Estado tem ainda a obrigação de garantir que nenhum ariano sofra de frio, fome ou outras privações quando for mais velho.

Os abusos sobre a assistência social são feitos quase exclusivamente por negros e pessoas de países do Terceiro Mundo. Na área dos serviços sociais, tal como em qualquer outro aspecto da vida americana, seria alcançado um grande desenvolvimento se os negros e não-brancos fossem excluídos da nossa sociedade. E quanto à mentalidade de dependência dos subsídios da segurança social que por vezes surge nas pessoas brancas (principalmente na Europa), essa desapareceria se lhes fosse mostrado que tinham novamente lugar na sociedade e que o Estado tinha voltado a ser governado por pessoas brancas, para as pessoas brancas, para o bem comum da raça e da nação e deixara de dar pérolas a porcos a toda a gente que fosse negra ou tivesse um tom de pele acastanhado.

Certamente que algumas pessoas brancas desenvolveram uma atitude negativa, passando também elas a viver à custa da segurança social quando muitas vezes podiam tentar trabalhar. São aqueles que olharam ao seu redor e viram uma multidão de negros, Mexicanos, Filipinos e sabe-se lá que mais a viver à custa do Governo e pensaram: "Ei, porque é que para mim não há-de haver subsídios também?" Não é a atitude mais positiva do mundo, mas é compreensível.

Na Alemanha nacional-socialista, após a revolução de 1933, não havia uma única criança ariana com fome, uma única família alemã sem casa, ou um único trabalhador alemão sem emprego no espaço de um ano após o triunfo do Führer e do NSDAP. Toda a nação dava o seu contributo nos programas de Auxílio de Inverno e em iniciativas como as refeições pelos pobres duas vezes por semana, até a economia estar recuperada e a Alemanha ter voltado ao trabalho. Os sindicatos marxistas foram abolidos e criada uma verdadeira Frente do Trabalho para representar todos os trabalhadores alemães. Os sucessos destas políticas foram tais que, até 1945, a indústria alemã manteve-se sempre a produzir ao máximo, ao ponto de, ao chegarem, os invasores Aliados terem encontrado linhas de produção e montagem ainda a produzir mantimentos e munições.

Esforços assim jamais poderiam ter sido feitos por trabalhadores desmotivados ou oprimidos. Foi também criada toda uma estrutura de serviços sociais para apoiar a família alemã e trazer a ordem, a paz e a tranquilidade à sociedade alemã. Até 1945, tudo isto funcionou na perfeição. Foi também criado o Serviço de Trabalho para o Reich, graças ao qual foram construídas as grandes auto-estradas que ainda hoje são utilizadas e foram drenados milhões de hectares de terrenos pantanosos e marítimos, onde se passou a cultivar alimentos para que a comida não faltasse à mesa dos Alemães. As instalações médicas e os serviços de pediatria da Alemanha Nacional-Socialista eram os mais avançados do mundo para a sua época e problemas sociais como o divórcio, o alcoolismo e a homossexualidade quase desapareceram. Isso foi o verdadeiro socialismo em acção!

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