O que faria o Estado Nacional-Racialista?

Por Gonçalo Silva

Actualmente, e perante a autêntica invasão e colonização de que os países europeus estão ser alvo por parte de povos do Terceiro Mundo, a principal prioridade dos nacional-racialistas é travar a imigração e reverter os efeitos negativos já produzidos. A nossa prioridade é por isso manter Portugal português e a Europa europeia.

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De cada vez que um nacional-racialista proclama que sua principal prioridade é manter Portugal português – o que naturalmente implica a nossa preservação racial – é imediatamente confrontado pelos «igualitaristas anti-racistas» com a litania de que “os negros que vivem em Portugal já são portugueses!”. Poderão ser portugueses no papel, mas não no sangue que lhes corre nas veias! A nossa solução é simples: da mesma maneira que a nacionalidade foi atribuída a essas pessoas por lei, também pode ser “desatribuída” por lei (ou seja, retroactivamente). Perante isto os «igualitaristas anti-racistas» voltam à carga com outra litania: “isso é contra o Direito!” ou ainda “Mesmo que lhes tirem a nacionalidade não os podem deportar para os seus supostos países de origem porque esses países não os reconhecem como seus cidadãos”. Em relação à primeira, só temos a dizer que o Direito é feito pelo Estado e só tem validade na medida em que um Estado o possa impor e fazer respeitar (recorrendo à coerção), recusamos por isso, essa ideia peregrina de que existe algum tipo de Direito abstracto superior ao próprio Estado e ao qual este se deva submeter; todo o Direito é produzido pelo Estado. O Estado decide quem é seu cidadão e quem não é! Em relação à segunda, embora reconhecendo que se trata de um problema bastante mais complexo, tem ainda assim, e ao contrário do que pensam (ou fingem pensar) os nossos inimigos, solução fácil (não, não estamos a falar de campos de concentração ou de extermínio!).

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Neste artigo procuraremos expor algumas medidas que um governo nacional-racialista poderia adoptar no sentido de resolver o problema imediato (invasão e colonização do nosso país) e reverter as consequências já produzidas (suposta impossibilidade de deportar os “portugueses no papel”).

A prioridade imediata seria travar o actual influxo de colonos terceiro-mundistas para o nosso país. Neste sentido teriam que se adoptar as seguintes medidas com carácter de urgência:

- travar a imigração: fechar fronteiras e reforçar a fiscalização das mesmas;

- iniciar o repatriamento imediato dos imigrantes ilegais e dos cadastrados;

- permitir a permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional apenas mediante a apresentação de um contrato de trabalho; estes contratos de trabalho não podem ser renovados indefinidamente. Deve-se promover uma imigração temporária e rotativa;

- adoptar uma política de imigração que privilegie a imigração intra-europeia;

- os futuros imigrantes só poderão entrar no país já com um contrato de trabalho à sua espera. Os empregadores deverão recorrer às Embaixadas portuguesas para o recrutamento desta mão-de-obra;

- instituir a preferência nacional na contratação e benefícios fiscais para quem contrate apenas mão-de-obra nacional;

- acabar com o "reagrupamento familiar".

Estamos convencidos que a colocação em prática destas medidas seria o suficiente para resolver grande parte do actual problema de colonização e substituição étnica que Portugal e a Europa enfrentam.

No entanto, e como o exemplo francês recentemente nos mostrou, travar o influxo de mais povos terceiro-mundistas para a Europa não é suficiente, uma vez que já existem centenas de milhar de “portugueses no papel” em território nacional e europeu. Além desta presença maciça temos ainda de contar com as taxas de natalidade destas populações, geralmente bastante mais elevadas do que a da população nativa. Assim sendo, e caso estas populações não sejam deportadas, a perspectiva de criação de autênticos enclaves não-europeus dentro dos países europeus é uma realidade mais do que provável.

Urge portanto alterar a lei da nacionalidade com efeitos retroactivos no sentido de consagrar o ius sanguinis. É aqui que entra a litania “Mesmo que lhes tirem a nacionalidade não os podem deportar para os seus supostos países de origem porque esses países não os reconhecem como seus cidadãos”. O que aconteceria seria o seguinte: essas pessoas, que perderiam a nacionalidade portuguesa, seriam confrontadas com duas opções a) tentar obter a nacionalidade dos seus ancestrais ou b) tornarem-se apátridas (por opção ou por não conseguirem obter a nacionalidade dos seus ancestrais).

No primeiro caso tornar-se-iam cidadãos estrangeiros a residir em Portugal e aplicar-se-lhes-ia a legislação apropriada. O Estado nacional-racialista tentaria também negociar com os países de origem destas populações a facilitação da aquisição da nova nacionalidade, através de incentivos económico-financeiros que poderão passar por perdões da dívida ou por acordos comerciais privilegiados. Deste modo a maior parte dos “portugueses no papel” poderiam adquirir a nacionalidade dos seus ancestrais e o argumento “Mesmo que lhes tirem a nacionalidade não os podem deportar…” perderia toda a validade.

Como já mencionamos anteriormente, a estas pessoas só seria permitida a presença em território nacional mediante a apresentação de um contrato de trabalho. Findo este teriam de regressar aos seus países de origem.

Os «igualitaristas anti-racistas» poderão argumentar que maior parte dos “portugueses no papel” recusarão a nova nacionalidade, já que “só conhecem Portugal e este é o país deles”. Discordamos. Um estudo de 2002, divulgado pelo jornal Público («Jovens Negros Rejeitam Sociedade Portuguesa», Sábado, 18 de Maio de 2002) revela que “Um estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, co-financiado pela Secretaria de Estado da Juventude, concluiu que os jovens negros não se identificam com os portugueses, apesar de a maioria já ter nascido (26 por cento) ou viver há mais de 10 anos (25 por cento) em Portugal”. O mesmo estudo avança: “A identificação com o "país de origem" (dos entrevistados e dos seus pais) foi a mais referida de entre a amostra, mesmo pelos inquiridos de nacionalidade portuguesa ou com dupla nacionalidade”.

Resta-nos apenas o caso dos apátridas, que, em nossa opinião, seria bastante residual. Estas pessoas teriam a sua vida bastante dificultada comparativamente com a situação actual. Isto porque a legislação do Estado nacional-racialista discriminaria positivamente os cidadãos nacionais nos mais variados aspectos: desde a concessão de crédito, à aquisição de habitação passando pelo acesso à saúde ou à educação públicas (reservado exclusivamente aos nacionais). Entenda-se o seguinte: não se trata de perseguir estas pessoas, que poderiam continuar a residir em Portugal, estando também protegidas pela lei, o que o Estado nacional-racialista faria seria simplesmente eliminar os actuais incentivos à sua permanência em território nacional. Estamos convencidos que grande parte destas pessoas, perante este cenário, optaria por emigrar para outros países mais “humanistas” e “igualitaristas”. De modo a facilitar essa emigração o Estado nacional-racialista adquiriria os seus bens a preços de mercado ou até mesmo a preços superiores aos de mercado.

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Convém também salientar que todo este processo por nós descrito não será colocado em prática de um dia para o outro. À instauração do Estado nacional-racialista seguir-se-á um período de transição, ao longo do qual estas medidas serão colocadas em prática de forma gradual, por forma a avaliar o sucesso das mesmas e colmatar eventuais falhas legais. Escusado será dizer que para que este processo tenha sucesso o SEF, ou outra agência estatal que venha a ser criada, deverá ser dotado dos meios humanos e materiais necessários ao desempenho destas tarefas. Para além dos meios, e talvez mais importante do que estes, haverá também uma forte vontade política de colocar estas medidas em prática.

Este modelo de repatriamento justo, humano, pacífico e gradual é a resposta dos nacional-racialistas àqueles que desonestamente nos acusam de pretender o extermínio, a perseguição ou o encarceramento dos povos não-europeus que actualmente colonizam o nosso continente.

PS: como é óbvio, o triunfo da Revolução nacional-racialista só será possível à escala europeia, daí que a colaboração e cooperação entre todas as forças nacional-racialistas do Continente seja imperativa.

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