O que ganhou Portugal?

Por Anónimo

A 25 de Abril de 1974 deu-se a tão esperada revolução democrática. Por sorte, não caímos numa ditadura socialista, com algum engenho não se instalou uma guerra civil entre o Norte Conservador e o Sul Socialista. Portugal a tudo isto escapou.

Regressaram à Pátria, alguns traidores que se limitaram a pisar Bandeiras Nacionais em território estrangeiro, até esses tiveram sucesso e fizeram carreira na política. São vistos como os salvadores. Mas salvação de quê?

Portugal caminha para o abismo. A pobreza instala-se, os campos não são cultivados, as pescas estão abandonadas, as grandes empresas nacionais faliram ou foram vendidas aos capitalistas, as nossas ruas estão vendidas a comerciantes estrangeiros, as noites na capital estão dominadas por gangues de africanos, os sem abrigo aumentam, a fome domina no interior do país, as vilas e aldeias do interior estão desertificadas, foi esta a nossa salvação?

O poder antigamente tinha rosto, sabíamos quem mandava, e hoje em dia? O poder é invisível, quem nos controla? Não sabemos, não tem um rosto, tem várias faces. Os senhores de Abril, construíram os seus castelos de poder, ruíram as antigas fontes de poder e ergueram as suas. Hoje, quem não entra nas suas muralhas e nos seus jogos partidários não pode ascender ao poder, já que eles controlam a cultura, os jornais, as televisões, os fazedores de opinião são seus escravos, controlam os centros de sondagens, têm ligações à maçonaria e ao grande capital estrangeiro.

A nova oligarquia que se instalou pós-25 de Abril foi deveras prejudicial á nossa Nação. Os senhores dominadores ganham rios de dinheiro como se vivessem nos Estados Unidos da América, enquanto que o trabalhador honesto ganha como se vivesse na América do Sul. Só num país com valores invertidos é que admite que um deputado português ganhe mais 30% que um deputado espanhol, e um trabalhador português ganhe menos 30% que um trabalhador espanhol.

Há algo aqui que não está bem, está na hora de mudar.

Pela verdadeira Revolução.

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