Os "orcs" já se passeiam pela Terra Média!

Por MAJ, publicado no extinto blogue Alternativa Identitária

Neste século que agora principiou enquadremos ideias radicais e de vanguarda. Forjemos e apliquemos novos conceitos; recriemos as vetustas propostas ideológicas e políticas, sejamos irreverentes neste percurso de "convergências de catástrofe" (Guillaume Faye). Não nos podemos dar ao luxo de enveredar pelos mesmos erros do passado. Dizemos não a novas guerras civis europeias. Estas só beneficiariam os nossos inimigos. O tempo é de Covadonga e Lepanto! De Reconquista! É na Comunidade Popular Orgânica (a verdadeira democracia) que residem a força e energia, as mesmas que nos transportam para a memória gloriosa do passado e a inspiração da resistência no presente. A "esquerda" demagoga, plutocrática, cada vez mais senil e servil aos desígnios do capitalismo financeiro internacional, furtemos a bandeira da luta pela justiça social. O discurso ambientalista e ecológico é, por natureza, uma imanência da nossa mundovisão. As novas propostas de um urbanismo saudável e integrado na paisagem natural identitária remontam ao conceito revolucionário de Ruskin, William Morris, entre outros, que colidem com os interesses especuladores de minorias ávidas de lucro fácil e imediato. Possuímos o direito natural de retomar o nosso lugar nas nossas praças e ruas. Identificando-as com a nossa cultura e os nossos costumes.

Poder-se-ia simbolicamente afirmar que estamos envolvidos numa trágica partida de xadrez em que as pedras que tomam a iniciativa de abrir o jogo deverão obrigatoriamente ganhar, as alvas.

Numa primeira fase desta "longa marcha", a primeira medida à qual todos deveríamos aderir seria a alteração da lei da nacionalidade no sentido desta contemplar o conceito de "jus sanguinis" em contraposição ao "jus solis". Um qualquer chinês, paquistanês ou africano, só porque nasceu em Portugal, não é, nem pode ser português. Um bom modelo a seguir é o da lei da nacionalidade Israelita! Diferenciar e não confundir os conceitos de nacionalidade e cidadania, distinguindo claramente os direitos políticos dos sociais e económicos. Aos que estão deste lado da barricada deixo o repto de iniciarmos esta caminhada tendo como plataforma comum as prioridades atrás enunciadas.

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