Racismo e xenofobia

Fonte: Imigport

Um site como este, que se assume abertamente como crítico da facilidade com que pessoas dos quatro cantos do mundo, entram e permanecem no nosso país, não consegue escapar a acusações de racismo e xenofobia.

Permitam-nos uma defesa. Nós achamos que não somos racistas nem xenófobos e vamos explicar porquê.

O primeiro passo é definir os termos. As palavras "racismo" e "xenofobia" são usadas tão frequentemente e de forma de tal modo leviana que a maior parte das pessoas nem sabe o que significam. Na verdade existem vários significados para estas palavras. Vamos aqui expor a nossa interpretação:

RACISMO: É acreditar que é possível hierarquizar a espécie humana utilizando como critério a "qualidade" das várias variantes geográficas e que o facto de se pertencer a uma variante geográfica considerada como "superior", geralmente apenas pelos seus elementos, confere a estes o direito de tratar os elementos de outras variantes geográficas de uma forma inferior àquela com que os elementos dessa variante regional são tratados.

Nós defendemos que as pessoas devem sempre ser consideradas e avaliadas como indivíduos e nunca pelo facto de pertencerem a um grupo, seja qual for esse grupo. Assim, defendemos que a discriminação com base no grupo racial é tão errada como a discriminação com base no grupo ideológico, que infelizmente é praticada pela esquerda de um modo implacável.

XENOFOBIA: Medo injustificado perante estranhos ou estrangeiros.

Nos não temos nada contra estrangeiros que respeitem as nossas regras e tradições. Em relação aos outros, pensamos que um povo livre e soberano deve ter o direito de se pronunciar sobre se deve ou não permitir a permanência entre si de estrangeiros que não respeitam essas regras e tradições.

Por tudo isto rejeitamos liminarmente as acusações de racismo e xenofobia, que de qualquer maneira, devido ao excesso de mau uso, já se tornaram palavras praticamente ocas, e são hoje o equivalente à acusação de "fascista" nos tempos do PREC.

Portugal sobreviveu ao PREC e vai sobreviver ao MULTICULTURALISMO que mais não é do que um marxismo recauchutado em que as "classes oprimidas" são substituídas pelos "povos oprimidos do terceiro mundo".

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