Entrevista às Women for Aryan Unity (WAU) – Portugal

Entrevista realizada pela redacção do Causa Nacional às Women for Aryan Unity (WAU) – Portugal

1. Como surgiu a W.A.U. - Portugal?

A WAU em Portugal surgiu há alguns anos atrás, mas as pessoas envolvidas nesse projecto seguiram o seu caminho e também a antiga WAU-Portugal. Porém não me sinto com legitimidade ou inteiro conhecimento de causa para falar deste primeiro projecto da WAU em Portugal.

Falando do actual capítulo WAU-Portugal, a ideia de um capítulo em Portugal surgiu há cerca de um ano atrás com a necessidade de uma unidade feminina forte e coesa no nosso movimento, pois há bastantes anos que o movimento nacionalista feminino está adormecido e pouco tem sido feito pelas mulheres. Achamos que é essencial para o nosso movimento o trabalho desenvolvido por mulheres e que estas sejam activas no movimento tanto como os homens, mas claro nas áreas para as quais são dotadas.

2. Quais são os objectivos da WAU?

A WAU é uma organização sem fins lucrativos, a nível mundial, cuja a finalidade é exclusivamente educacional e de caridade. Os nossos principais objectivos vão desde apoiar e ajudar os POWs e PPs da nossa causa a famílias Brancas necessitadas, pois sabemos se não formos nós a ajudar os nossos mais ninguém o fará. Outro dos nossos principais objectivos é a educação das mulheres brancas para que estas despertem para os perigos que as rodeiam, perigos estes que sabemos que mais ninguém as alertará para eles. Achamos fundamental que a mulher branca acorde e que consiga finalmente ver que não é crime amar, querer preservar a sua cultura e o seu povo, e que é desse modo que deve educar os seus filhos, os nossos futuros guerreiros, pois está nas mãos das mulheres a educação daqueles que um dia serão, provavelmente, os heróis do nosso povo.

3. Que actividades pretendem realizar?

Temos em mente algumas actividades para um futuro próximo, que apesar de não estarem ainda decididas a 100%, podemos adiantar que estão relacionadas com a promoção da unidade da família ariana, e educação da mulher branca. Todavia, apesar da WAU Portugal ainda estar a dar os “primeiros passos”, já realizamos algumas actividades, nomeadamente duas angariações de fundos (uma por ocasião do Natal que nos permitiu angariar cerca de 250€, com os quais enviamos brinquedos para várias crianças) e recentemente uma recolha de material escolar para ser distribuído por varias crianças brancas necessitadas que abandonam a escola prematuramente pois não têm recursos para prosseguir os estudos. Organizámos ainda um convívio nacionalista, no qual contamos com 55 pessoas, com o fim de promover a nossa nova publicação, que estará disponível brevemente. Pretendemos ainda continuar a participar, apoiar e colaborar em actividades desenvolvidas por outras organizações, como temos feito até ao momento.

4. Quem visitar o site da WAU Internacional repara na ênfase dada aos presos políticos, vocês têm em mente organizar alguma acção junto dos presos políticos portugueses?

Como já referimos, a WAU Portugal esta actualmente a trabalhar numa publicação, esta tem como principal objectivo apoiar todos aqueles que se encontram atrás das grades, não só em Portugal como em todo o mundo. A nossa publicação, de nome Aithgena (em homenagem à Deusa Lvsitana), estará disponível a partir de 20 de Abril de 2005. A publicação será enviada gratuitamente para todos os presos, e será de 5€ para todos os outros. Todo o dinheiro angariado com esta publicação irá permitir-nos enviar as revistas gratuitamente para todos os que infelizmente foram apanhados pelos tentáculos do sistema, assim como ajudar algumas das suas famílias que se encontram em necessidade.

5. A WAU destina-se a todas as mulheres Brancas que estejam interessadas em ajudar a Causa Racial?

A WAU destina-se a todas as mulheres brancas que pretendem apoiar e lutar pelo desenvolvimento e preservação do nosso povo. Esta luta passa desde o activismo político, ajuda e apoio aos que mais necessitam de nós, até ao simples facto de se ser mãe e proporcionar as nossas crianças uma boa educação. As WAU destinam-se ainda a muitas das mulheres que se encontram “perdidas”, incentivando-as assim a manterem-se activas e a criarem, desenvolverem dentro delas uma consciência racial que é inexistente na nossa sociedade. Muitas das vezes este é o primeiro passo para que uma mulher desperte e é deste modo que esperamos que estas mulheres se tornem mães, trabalhadoras e activistas honradas e dignas com valores intocáveis e uma consciência racial.

6. Na actual luta pela preservação da nossa Raça que papel deve desempenhar a mulher?

A mulher deve desempenhar o papel que sempre desempenhou, o papel de mulher. A preservação da raça, antes de passar pela divulgação da mensagem, activismo etc., passa antes de tudo pelo ventre da mulher, pois sem crianças não há futuro. Assim sendo as mulheres tem de ser boas mães, esposas, e lutarem através dos meios para os quais são dotadas por natureza. Claro que não nos cabe apenas dar à luz crianças, temos que as saber educar, saber dizer-lhes as palavras correctas no momento correcto, e para isso é necessário também nós estarmos conscientes dos problemas que assolam o nosso povo.

7. A esquerda e afins catalogam a nossa ideologia de machista e que não respeita os direitos da mulher, como refutar esta ideia?

Esse é um dos nossos objectivos, mostrar a todos que as diferenças entre Homem e Mulher são necessárias porque guerreiros e mães são necessários para todas as sociedades. Ao longo da história, ambos, guerreiros e mães, lutaram para o mesmo fim, proteger a nossa terra, o nosso lar e o mais precioso de tudo, as nossas crianças, o nosso futuro.

A mulher no nosso movimento não é apenas um objecto que só serve para dar à luz, como muitos inimigos nos tentam fazer crer, a mulher no nosso movimento é um dos mais preciosos elementos, pois cabe a ela educar as nossas crianças e ensinar a estas todos os valores que farão delas homens e mulheres honrados. Acho que quando a esquerda se refere a nós como um grupo machista sem qualquer respeito pelas mulheres talvez eles se refiram ao facto de não sermos tratadas de forma igual aos homens, mas eu como mulher acho que um tratamento igual é que é uma falta de respeito, pois eu como mulher prezo a minha feminilidade assim como julgo que um homem preza a sua masculinidade. Ao contrário do que acontece nesses “movimentos” de esquerda, que prezam as mulheres por conseguirem ser iguais aos homens e fazendo com que elas abdiquem do que têm de melhor (os verdadeiros intolerantes e machistas), no nosso movimento a mulher é estimada pelo que é, pelo facto de ser MULHER.

8. Obrigado pela entrevista, têm algo mais a acrescentar?

Nós é que agradecemos pela entrevista e por podermos assim dar a conhecer quem somos e para que estamos aqui. Obrigada a todos que nos têm apoiado e obrigada à Causa Nacional por nos estar a permitir espalhar a nossa palavra.

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