A ameaça islâmica

Por RP, publicado no extinto blogue Alternativa Identitária

Quem acusa os nacional-identitários de praticar uma “islamofobia” exacerbada, seria bom que começasse a atentar nas palavras de personagens tão insuspeitas, como o digníssimo Cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo.

Num recente encontro com jornalistas, o patriarca manifestou-se preocupado com a perda de IDENTIDADE cultural da Europa, e alertou para que se a Europa não souber preservar essa identidade, virá alguém que lha imporá.

Tentando ser moderado nas palavras, como convém a um homem da Igreja, Sua Eminência não deixou de afirmar que os “irmãos islâmicos são de uma fidelidade muito grande à sua cultura” enquanto que o Ocidente prefere “valores de tolerância”.

Instado a pronunciar-se sobre a questão dos relacionamentos inter-religiosos na Europa, D. José mais uma vez alertou para o facto de que “a convivência não vai acontecer a partir dos nossos valores” e em tom de aviso rematou: “A Europa tem que gerir bem a sua IDENTIDADE neste diálogo”.

Também em França, num estudo publicado pelo diário parisiense «Le Fígaro» efectuado pelos Renseignements Généraux, normalmente considerada como a Polícia política francesa, se alerta para dois factos importantíssimos, e que podem vir a criar sérios problemas ao tecido social francês, e por arrastamento a toda a Europa.

O primeiro facto tem a ver com a conversão à religião muçulmana de um número crescente de cidadãos franceses: referenciados pela polícia existem cerca de 150 mil convertidos de origem francesa e cultura católica, mas na realidade estima-se que o verdadeiro número seja infelizmente bem mais elevado.

A Polícia francesa alerta neste estudo para o risco de derrapagens extremistas que são inerentes ao fenómeno de conversão ao Islão, admitindo mesmo que perante indivíduos frágeis, esse risco aumenta de forma exponencial.

Note-se que estes convertidos são particularmente apreciados pelos islamitas radicais, em virtude da nacionalidade francesa lhes facilitar a travessia das fronteiras ou permitir a sua utilização em operações diversas, como o aluguer de instalações e a deslocação de outros militantes.

O outro facto que o estudo salienta é a excepcional vulnerabilidade das populações mais desfavorecidas face às organizações islamitas radicais.

É bastante fácil manobrar os sentimentos mais primários destas pessoas e conduzi-las ao ódio anti-francês e por arrastamento anti-ocidental; para quem não tem nada a perder e um Paraíso a ganhar, tudo se torna viável e apetecível.

Como vimos, certos sectores do Sistema – Igreja e Polícia – em dois países europeus, Portugal e França, começam lentamente a despertar para o perigo islâmico. Infelizmente entre nós, alguns daqueles que se intitulam nacionalistas, continuam a desprezar este perigo e a apoiar os seus esforços de luta no Médio Oriente.

Como nacional-identitários, devemos manifestar pelo conflito israelo-palestiniano a mais profunda indiferença, em linguagem identitária devemos considerar-nos e praticarmos, o mais total e absoluto ETNO-EGOÍSMO!

Somos europeus e só a nossa terra importa, preocuparmo-nos com guerras civis entre povos semitas, não é mais que um insensato desperdício de forças, energias e meios.

POR UMA EUROPA LIVRE, UNIDA E IDENTITÁRIA!!!

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