Grande capital, socialismo e comunismo: as melhores relações

Por Nunes da Silva (O Dia, 15, 16 e 17 de Maio de 1998)

Há coisas que o vulgar cidadão tem dificuldade em compreender. Como é que o jornal Público, propriedade do grande capital, é notoriamente esquerdista? Este cocktail aparentemente antagónico e inofensivo é, no entanto, perigoso porque resulta num sofisticado pasquim, refinado e subtilmente perverso.

Mas então, a esquerda não é a grande inimiga do capital? Foi isso que nos ensinaram mas fizeram-no propositadamente mal. A esquerda combate o aforrador e o pequeno capitalista, mas não toca nunca nos interesses do grande capital apátrida e mundial.

As relações entre o grande capital e o socialismo/comunismo têm sido sempre as melhores, de grande cumplicidade e apoio mútuo ao longo dos tempos. Entre o judaísmo financeiro e especulador e o socialismo/comunismo, a complementaridade e a intimidade são evidências gritantes.

Se analisarmos o que se passou nas três grandes revoluções que abalaram e destruíram a nossa civilização cristã e ocidental, verificaremos com nitidez o que atrás referi. Senão vejamos:

Revolução inglesa (1640-1660)

Esta Revolução dirigiu-se contra Carlos I e Jaime II e determinou a privatização do Banco de Inglaterra. Tal privatização fez cair nas mãos da oligarquia financeira o controlo da vida económica.

Quem financiou esta revolução? Os banqueiros internacionais Fernandez Carvajal, Ebenezer Pratt, Manassem-Ben-Israel, Salomón Medina Suasso e Moisés Machado.

Todos eram judeus!

Revolução francesa (1789-1793)

Guilhotinou Luís XVI e milhares de outros aristocratas, proibiu as associações de trabalhadores (grémios), instaurou o sistema de partidos políticos, gerou a miséria e o proletariado. Resultou da acção e financiamento da alta finança: Banco Rothschild-Mendelssohn, Moisés Mocatta, Benjamin Goldsmith, Moisés Montifiori, Abraham Goldsmith, Daniel Itsig, David Friedlander e Banca Herz Cerfheer.

Todos Judeus!

Revolução Bolchevista (1917)

Criou e promoveu a luta de classes, a exploração do homem pelo Estado, o terrorismo instituído e a perseguição implacável ao cristianismo.

Os criadores e financiadores de mais esta tragédia foram novamente a alta finança judaica: Banca Schiff, Banca Kuhn Loeb & Co., Banca Max Warburg, Nye Banken, Banca Lazard Freres, Banco Guinsburg, Banca Speyer & Co., etc.

Se não estivesse limitado pela dimensão do texto poderia completar esta visão superficial sobre os malefícios do capitalismo financeiro mundial, mencionando a sua acção decisiva no desencadeamento dos I e II grandes conflitos mundiais.

"A revolução mundial que iremos fazer será exclusivamente assunto nosso e estará nas nossas mãos. Esta revolução consolidará o domínio judaico sobre os outros povos" (1).

Vem tudo isto a propósito do facto de no jornal atrás citado se ter iniciado uma verdadeira caça às bruxas no que diz respeito à edição do livro "Mein Kampf". O peso da influência judaica, ou dos seus representantes em Portugal, é determinante na forma e modo como o dito jornal se comporta sempre que qualquer assunto diga (ou até nem diga, como é o caso do chamado "ouro nazi") respeito à raça eleita. A desinformação sionista naquele órgão de informação (?) é constante. Como Dupont e Dupond, ‘eu diria mais’, é holocáustica!

O que naquele jornal pedem um tal Nuno Pacheco e um grupo de escribas adeptos da intolerância é a instauração da censura em Portugal. É a queima dos livros em fornos crematórios, com a disseminação das cinzas – como fizeram os Aliados após o "julgamento" de Nuremberga, aos dirigentes políticos, militares alemães e até um jornalista, – para que ninguém possa encontrar algum fragmento não consumido pelo calor dos fornos.

É a derrapagem intencional para a estalinização do país. O mais difícil foi criar o precedente. Com toda a probabilidade de êxito, pedirão em seguida, a proibição e a apreensão, ou melhor a queima nocturna de livros em frente à Assembleia da República, ao som da Internacional, empunhando cartazes de Nero e outros incendiários universais. Não faltarão ao encontro os confrades do avental, os bem sucedidos de Abril, as Estheres, Joshuas e afilhados (incluídos nestes os penas de ouro, alguns ministros, a nata da intelectualidade não-pensante) entremeados com os Rosas e os Louçãs da história, os Nabais da justiça, as Barbies, i.e., Bárbaras, Catarinas, Júlias e Marantes do ‘show-biz’, e, por fim, a triunfal maricada da TV, rádio, jornais e política levados aos ombros pelos psr's das facadas. Não faltarão as ancestrais palavras de ordem gritadas em uníssono "O povo unido jamais será vencido", "Morte ao fascismo e a quem o apoiar", "Fascismo nunca mais" e por fim em apoteose "Viva a Democracia!".

Seriam lançados à fogueira todos os livros que eles (Pachecos, Estheres, Cohens e outros que tais) presumissem poder pôr em causa os privilégios e o poder da nomenclatura à volta da qual giram e de quem dependem financeiramente. São a voz do dono, e isto se quiserem continuar a ser importantes, tratados como verdadeiros mestres da (des)informação, olharem-se ao espelho e incharem de orgulho pelo fato que envergam, pelo carro que possuem e pelos amigos influentes que lhes batem nas costas com intimidade. Cedem favores enquanto vão subindo na escala dos protagonistas de aviário. São os educadores do povo! Ressalvando as proporções, são os Enver Hoxha e os Kim-Il-Sung da democracia. Acham – mas dizem o contrário – que o povo é uma massa bruta e amorfa, que necessita de ser reeducado pelo Jornal do Povo, ou Grito do Povo, ou A Voz do Povo, ou o Pravda, ou melhor, pelo Público e outros do género, sim, que, infelizmente, não são caso único.

"…o leitor, que não é parvo, detesta que façam dele parvo, com textículos bem intencionados sobre a democracia e as suas virtudes. (…) Quando aconselham um homem livre a não ler isto ou aquilo, ou a ler isto ou aquilo de determinada maneira, o homem livre sente-se na obrigação de dar dois pontapés nos maçadores. Ou querem censurar também o pontapé?" (2).

No Público de 24 de Março, Rip Cohen, um judeu residente em Portugal, dizia: "…sou contra a promoção deste livro num país onde as pessoas são tão influenciáveis. É como dar veneno a crianças". Uma senhora judia chamada Esther Mucznik (3), no mesmo jornal (4), indignava-se: "De facto o 'Mein Kampf' marcou o século. (…) Mas este facto não confere legitimidade nenhuma nem a uma edição do livro em português, nem à irresponsável exposição dos livreiros. (…) Será que a liberdade de expressão, de edição, de venda, permite tudo?"

Pelos vistos a liberdade democrática não permite tudo, pois o poder e a influência judaicas, aliados à submissão da classe política, não permitem que o leitor possa livre e responsavelmente escolher e comprar o livro que muito bem entenda.

Toda a censura é um reconhecimento: só se fecha a boca a quem diz a verdade.

A alegria com que uma tal Bárbara Wong (4) intitula o seu artigo: "Mein Kampf será destruído", é paradigmático da mentalidade inquisitorial e censória desta gente. O Semanário (6) escreve: "Editores cederam a exigência da embaixada alemã. Hugin aceita destruir 'Mein Kampf'".

"Obra de Hitler retirada do mercado por imposição da embaixada alemã" (5).

"Segundo o adido de imprensa da representação diplomática alemã em Lisboa, a embaixada foi alertada pela comunicação social (que já vimos qual é…) e por membros da comunidade judaica para o facto do 'Mein Kampf' estar nos escaparates das livrarias portuguesas" (5).

Segundo o porta-voz da embaixada alemã: "O pedido de suspensão de 'A Minha Luta' coincide com a reacção da sociedade civil portuguesa e da comunidade judaica contra o livro" (6). Esse senhor confunde a sociedade civil portuguesa com meia dúzia de intolerantes apelos no Público, e a prova que se enganou é que a dita sociedade civil transformou a edição deste livro num retumbante êxito editorial. A sociedade civil, saiba o senhor embaixador, prefere aprender e esclarecer-se directamente na fonte não adulterada pela visão parcial, hipócrita e tendenciosa dos comissários políticos ao serviço de interesses inconfessáveis. Quanto ao peso que a comunidade judaica teve na sua/vossa decisão é que é de lamentar. Se fossemos um país digno e com orgulho da nossa soberania e independência, não toleraríamos nunca que os hóspedes que tão bem acolhemos, venham, em nossa própria casa, impor a sua visão da História à custa duma censura que será cada vez mais ousada, se não retirarmos o cabresto que nos puseram no cachaço.

Se o povo alemão quer continuar a ser um país ocupado (segundo dados de 1992, 784 000 soldados estrangeiros estão estacionados em solo alemão), explorado e colonizado pelo Judeu Mundial, isso, é problema vosso. Se os vossos complexos de culpa (infundados ou não) vos levam a reprimir a liberdade de expressão com a prisão e a perseguição, como acontece a inúmeros intelectuais, por delito de opinião enfiados nas masmorras da democrática R.F.A., isso é assunto interno vosso. Mas nós, o povo português, – não confundir com a classe política – não sofremos do ‘complexo dos seis milhões’.

"…os alemães continuam agrilhoados ao seu passado recente e assim 'A Minha Luta' está proibidíssimo na Alemanha, não se permitindo também que o livro seja traduzido no estrangeiro.
Aborrece-me profundamente que a liberdade de edição em Portugal e a minha própria liberdade de escolha sejam limitadas por penitências históricas que nos são completamente alheias
" (8).

A embaixada alemã, servindo de intermediária, ou melhor, de pau-mandado, veio contribuir para cercear a liberdade individual do cidadão português, prestando-se ao papel de estafeta que, esbaforida, chegou a tempo de impedir a saída da 3ª edição da obra, trazendo na algibeira o miraculoso decreto-lei 334/97. Segundo o Diário da República n.º 275 "O presente decreto-lei visa transpor para a ordem jurídica portuguesa a Directiva comunitária n.º 93/98/CEE, do Conselho, de 29 de Outubro, que implica alterações ao Código do Direito de Autor"…

Esta submissão aos ditames dos burocratas europeístas/mundialistas de Bruxelas foi aceite sem pestanejar pelo Conselho de Ministros de 18 de Setembro de 1997 e nele puseram a sua assinatura o ‘melicioso’ Guterres e o ‘bildelberguiano’ António Vitorino, entre outros assalariados. A União Europeia e o seu Conselho não dormem… Velam por nós a todo o instante…

Por este exemplo, poderemos começar a ter uma ideia do que nos esperará no futuro, como membros da U.E. e após a capitulação do escudo (Banco de Portugal) perante o Euro (Banco Central Europeu), onde meia dúzia de banqueiros, representantes da alta finança mundial, governarão com mão de ferro e a seu bel-prazer todo o espaço da Europa comunitária: "Dêem-me o poder para imprimir e controlar a moeda … e não me importa quem faça as leis" (7).

Se equacionarmos os objectivos perseguidos e os resultados obtidos, a campanha organizada pelo B'Nai B'rith cumpriu plenamente a sua missão. O êxito foi total.
Ainda hão-de exigir que nos curvemos e lhes agradeçamos a tutoria que sobre nós se dignam exercer.

Voltando ao sr. Cohen e à porta-voz da comunidade israelita de Lisboa, é elucidativo como não têm receio de dizer alto, escrevendo, aquilo que pensam de nós. Somos mentalmente pouco evoluídos, incultos e estúpidos, afinal como qualquer goym. Embora com corpo de adulto, somos crianças, inconscientes como todas as crianças, e eles, compreendendo os perigos que nos espreitam nas curvas da vida, carinhosamente, com um verdadeiro amor maternal, querem-nos poupar um eventual acidente como, por exemplo, a ingestão de veneno.

Tal como um farmacêutico responsável não venderia cianeto a uma criança, também o livreiro responsável não poderá de forma alguma expor e vender qualquer livro que deseduque o tresmalhado comprador que, não se sabe como, terá escapado à lavagem cerebral, i.e., à «educação histórica» que, com tanto trabalho, os "eleitos" têm ministrado há 53 anos, em tudo o que é jornal, revista, rádio, teatro, cinema e televisão. Tanto dinheiro gasto para nada! É preciso levá-los ao rebanho, seja de que maneira for.

Segundo Julián Marias "A ofensiva – universal – contra a história é um dos instrumentos capitais de manipulação e domínio, de extinção da liberdade".

Porque será que tão atentos e poderosos censores – protectores intelectuais profissionais (8) – não exprimiram reservas à publicação pela mesma editora do "Manifesto do Partido Comunista", responsável pela maior tragédia, pelo verdadeiro Holocausto, que se abateu sobre a humanidade? Segundo "Le Livre Noir du Communisme" (9) editado em França e escrito por distintos historiadores franceses, o comunismo é directamente responsável por 110.000.000 (cento e dez milhões) de mortos, as piores atrocidades do século, quilolitros de sangue, sem contar com os anos de sofrimento, de prisão, de Gulag e de exílio. Para estes "eleitos" há mortos e mortos…, há mortos que valem mais que outros…, é preciso, que mesmo na morte, se respeitam as hierarquias… O shoah dos tais 6 milhões trata-se afinal de outra casta, ou não conhecemos nós as castas, os Párias e os Senhores? Outros inquisidores, colegas destes Pachecos & C.ª, tentaram em França impedir que o Livro Negro do Comunismo saísse. Foram enormes "…as pressões que os seus autores tiveram de enfrentar no sentido de que o livro não fosse publicado" (10).

Os tais censores ou aspirantes a tal, nem sequer reclamaram o enquadramento histórico! Será por serem judeus os autores? É bom referir que na mesma colecção há obras de Che Guevara e Mao-Tse-Tung (não se lembram já dos milhares de mortos e das crueldades e violências sem fim dos Guardas Vermelhos na famigerada Revolução Cultural?) igualmente sem qualquer enquadramento histórico. Será por serem de esquerda?

O jornalista do "Semanário", João Tiago Proença, constata que "A maior parte das pessoas que se manifestou contra a edição de 'A Minha Luta'… é de esquerda" (11).

Este caminhar de braço dado entre o comunismo e o judaísmo traz-me à lembrança algumas afirmações feitas por influentes judeus, portanto acima de qualquer suspeita de anti-semitismo:

"Alguns chamam-lhe Bolchevismo; eu chamo-lhe Judaísmo" (12).

"…os ideais do Bolchevismo são em muitos pontos consonantes com os mais finos ideais do judaísmo" (13).

"O judeu é um comunista inato" (14).

Igualmente editada pela Hugin, existe uma obra anti-sionista de Israel Shahak (15) e não ouvimos a comunidade judaica tugir nem mugir. Deve ter-lhe custado imenso digerir tal afronta, mas, como o autor é judeu, as coisas são resolvidas em família. Não seria agradável nem ficaria bem a quem pugna pela unidade e supremacia da raça judaica vir pedir o enquadramento histórico ou a proibição da obra de um irmão, mesmo que «renegado». E se falo de raça judaica estou apenas a cingir-me à diferenciação racial que os mesmos judeus pensam, desejam e realizam. Leia-se o livro já citado do Shahak, atente-se nas palavras do importante rabino S. Wise: "Hitler teve razão numa coisa. Chamou ao povo judaico uma raça, e somos realmente uma raça" (16), ou leia-se o que escreveu Maurice Samuel: "Judeus e não-judeus são dois mundos, entre vocês, os não-judeus, e nós, os judeus, há um abismo impossível de transpor … há duas forças na vida deste mundo: judeus e não-judeus … Eu não creio que esta diferença básica seja reconciliável" (17).

Temos a pornografia exaltada como obra de arte pela inteligentzia esquerdista, i.e., pela estupidentzia, como é o caso dos poemas de Bertolt Brecht (18) recentemente editados, e nem uma palavra dos candidatos a censores. Será porque o autor é judeu e/ou comunista?

Poderia multiplicar por cem os exemplos de parcialidade e intolerância política dos cem vezes piores Novos Inquisidores Público(s).

"Contra os corpos, a violência; contra as almas, a mentira" (19)

A sua conduta pró-sionista não espanta, pois o grande capital e o judaísmo andam normalmente associados.

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Notas:

(1) - "Le Peuple Juif", 8 de Fevereiro de 1919
(2) - Torcato Sepúlveda, "Contra a leitura protegida", Semanário, 28/03/1998
(3) - Porta-voz da comunidade israelita de Lisboa
(4) - Jornal Público, 24 de Março de 1998
(5) - Jornal Público, 17 de Abril de 1998
(6) - Semanário, Henrique Botequilha / Torcato Sepúlveda, 18 de Abril de 1998
(7) - Anselm Rothschild
(8) - Eurico de Barros, "O nacional-paternalismo", O Diabo, 21/04/1998
(9) - "Le Livre noir du communisme", Stéphane Courtois, ed. Robert Laffont
(10) - B.C., Futuro Presente, "O Livro Negro"
(11) - "A censura nega a democracia", 18 de Abril de 1998
(12) - Rabino Stephen S. Wise, conselheiro de Roosevelt, em 1935
(13) - "The Jewish Chronicle", 4 de Abril de 1919
(14) - Otto Weininger, "Sex and Character"
(15) - Israel Shahak, "História Judaica, Religião Judaica"
(16) - Stephen Wise, "New York Herald Tribune", 13 de Junho de 1938
(17) - M. Samuel, "You Gentiles"
(18) - B.B., "Da Sedução - Poemas Eróticos"
(19) - Netchaieff, "Catecismo do Revolucionário"

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