A futura arquitectura política da Europa

Texto publicado no extinto blogue Alternativa Identitária

A futura arquitectura política da Europa, poderá ser a de uma confederação de povos iguais, irmãos na cultura e no passado comum contra as novas e velhas invasões ideológicas e económicas. Na sua pluralidade, as culturas europeias não revelam antagonismos; são complementares. De acordo com esta perspectiva, o conflito registado na ex-Jugoslávia foi uma tragédia! Serviu interesses obscuros e enfraqueceu o flanco Leste e Sul do continente Europeu. Relevar ou promover conflitos religiosos no seio da Cristandade e entre as nações europeias só beneficia os inimigos da unidade do velho continente.

Ao difundido discurso dos “direitos do homem”, nova religião do humanismo secular, opõem-se as comunidades orgânicas, concretas, com as suas liberdades de pensamento, de trabalho, de circulação, juntamente com os direitos à paz social e segurança. Citando Ortega y Gasset, a humanidade só existe acompanhada das suas circunstâncias. O ser humano como entidade abstracta é pura ficção. É profundamente injusto conceder os mesmos direitos à vítima e ao agressor! Recompensar da mesma forma o honesto e o desonesto! Dito de outra forma: os chamados “direitos humanos” a serem aplicados terão sempre que levar em consideração os particularismos de cada situação e os casos concretos baseados na cultura, na história e no temperamento de cada povo. A filosofia dos “direitos do homem” deverá ser obrigada a respeitar o momento histórico e civilizacional de cada povo.

Na Europa, por exemplo, não se podem importar modelos culturais que violem os direitos historicamente conquistados pelas mulheres, ou seja, deve-se sempre dar prioridade à nossa raiz cultural em detrimento do respeito por uma ideologia ou religião que agrida e viole o nosso modo de viver. Em resumo: os “direitos humanos” não podem ser entendidos como um absoluto; devem estar subordinados ao direito à nossa identidade e segurança na nossa própria casa. Se o não fizer a Europa comete o suicídio!

A aliança entre a criminalidade (tráfico de droga e carne branca, jogo, terrorismo) com a alta finança internacional, protegida por um discurso neo-liberal e contra as comunidades enraizadas revelar-se-á mortífero às nossas culturas. A consciência do nosso passado é a melhor arma para o combate do futuro pelas nossas culturas e civilização. A protecção do nosso ambiente físico e da nossa Identidade é um direito que nos assiste!

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