Droga - um crime contra a Nação

Por Anónimo, Vanguarda, n.º 1, Setembro/Outubro 2003

Numa altura em que tanto se fala de tráfico de droga, criminalidade e toxicodependência, os "nossos" governantes pensam liberalizar o consumo de estupefacientes, sabendo que a droga constitui a maior ameaça à comunidade, impotente perante este flagelo que destrói e estupidifica a nossa juventude.

Perante este panorama, os liberais e os comunistas querem liberalizar o consumo, uma decisão totalmente contrária ao ideal nacionalista que preconiza um homem forte, são e responsável, numa comunidade em que valores como dignidade, responsabilidade e altruísmo imperam.

Nas linhas seguintes, nós, amantes da Pátria e do Povo, explicaremos as razões que nos levam a tomar posição contra esta política de genocídio.

Antes de mais, vejamos quais os principais malefícios resultantes de uma futura liberalização da droga.

O primeiro deles prende-se com o facto de ser o Estado (neste caso uma verdadeira associação de malfeitores) a tornar-se o fornecedor de uma série de substâncias que provocam gravíssimos distúrbios de personalidade e comportamentos psicóticos e anti-sociais (agressões físicas, sexuais, roubos, homicídios e suicídios) além de outras consequências acessórias tais como o aumento da sinistralidade laboral e rodoviária.

É óbvio que esta política liberalizadora não é inocente. A droga, para além de ser um lucrativo negócio (movimenta qualquer coisa como 500.000 milhões de dólares anuais) é um óptimo meio de controlo social. Sectores inteiros da população (nomeadamente as camadas mais jovens) serão demasiadamente inibidos por esta dependência para pensar em contestar o sistema corrupto em que vivem.

Os anti-proibicionistas apresentam vários argumentos a favor da despenalização do consumo. O principal consiste na afirmação de que as medidas de repressão ao fenómeno da droga são incompletas e ineficientes.

Entendamo-nos! É óbvio que uma política de combate a esta epidemia passa pela reeducação intensiva e maciça de toda uma comunidade. A droga, além de causa, é um sintoma da doença mental e ética do homem europeu. Importa, por isso, revitalizar a sua estrutura mental, combatendo o individualismo desagregador e consumista que o tem castrado.

Em seguida, convém reconhecer que em toda a Europa se tem praticado uma mera política de assistência ao toxicodependente em vez de se assumir um radical combate a este fenómeno com todas as opções drásticas que tal implica.

No caso português, este pseudo-combate arrasta um gasto anual de 22 milhões de contos, repartidos pelas áreas da justiça, administração interna, prisões, saúde e correspondentes campanhas informativas as quais, diga- se em abono da verdade, se têm revelado ineficazes. No conjunto, este dispêndio mal orientado de meios e boas vontades tem-se revelado inútil.

É imperioso abordarmos a questão da droga de forma absolutamente frontal: trata-se, como já dissemos de um sintoma da gravíssima decadência espiritual do homem português e europeu e simultaneamente é rentabilizado pelas máfias político-económicas como meio de controlo social e fonte de lucros chorudos.

Por tudo isto e para se passar a um combate efectivo ao narcotráfico, os Nacional Revolucionários propõem as seguintes medidas:

a) aplicação da pena capital aos traficantes e seus patrões/cúmplices políticos e financeiros. Trata-se de um imperativo ético que não discutimos e de que não abdicamos;

b) criação de um comando unificado de todas as unidades policiais intervenientes no combate ao tráfico, as quais deverão ser reforçadas com unidades militares de elite no que diz respeito às missões de controle territorial terrestre e marítimo;

c) imediata interdição de eventos e/ou instituições onde se faça a apologia directa ou indirecta do consumo de droga e aplicação de pesadas penas de prisão e correspondentes multas aos indivíduos que chefiem tais instituições ou promovam tais eventos;

d) as já referidas penalidades (pena capital, de prisão e multas) serão acompanhadas pela imediata expropriação de todo o tipo de bens possuídos pelos já indiciados infractores;

e) total cooperação com todas as entidades europeias vocacionadas para tal fim, de forma a criar-se uma verdadeira Fortaleza Europa;

f) colaboração económica e militar com os países produtores de droga, tendo em vista a erradicação deste tipo de cultura.

Como é óbvio, tudo isto implica o gasto de vastas somas que pensamos serem melhor aplicadas neste objectivo em vez de serem desperdiçadas em acordos ruinosos com os PALOPS e que unicamente beneficiam as respectivas elites ou aplicadas nos gastos sumptuários dos parasitas da nossa classe política.

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