Liberdade de opinião sim, mas controlada…

Por Rodrigo Nunes (Fonte: Batalha Final)

«Toda a verdade passa por três fases, primeiro é ridicularizada, depois é violentamente combatida e finalmente é aceite como evidente.»
- Arthur Schopenhauer

Quando os primeiros colonos europeus chegaram ao território que é hoje politicamente a Austrália as diferentes tribos aborígenes somavam cerca de 300.000 a 400.000 habitantes, eram tribos nómadas sem qualquer organização ou união política. A maior parte do território era desabitado e a densidade populacional era reduzidíssima. Os europeus ergueram um país, a Austrália, e transformaram-no num dos mais desenvolvidos do mundo, uma nação de cultura europeia que enfrenta agora os mesmos problemas que afectam, com maior gravidade, a Europa e a América do Norte: a destruição da sua identidade e a substituição dos povos que a erigiram. A resignação é a única via aceitável e permitida pelo sistema, mas lá, como um pouco por todo o ocidente, existem ainda os homens que lutam; esta é a história de um deles…

Andrew Fraser, professor do departamento de Direito Público da Universidade de Macquarie, na Austrália, é um homem condenado; condenado profissional e pessoalmente pelo «establishment» académico e pela imprensa, um criminoso da pior espécie. O seu crime não tem perdão e apenas a destruição completa do homem poderá trazer redenção e passar a mensagem certa aos mais “incautos e desavisados”.

Andrew Fraser nasceu e cresceu num país culturalmente europeu que, juntamente com o resto do Ocidente, enfrenta agora uma progressiva mas segura transição para o Terceiro Mundo, uma transição que é levada a cabo pela invasão de populações não-europeias num processo de colonização que conta com a guarda avançada do sistema - políticos, Igrejas, corporações e imprensa - em íntima colaboração, e com a habitual incapacidade crítica das massas que estão nos países ocidentais transformadas numa espécie de gado que se desloca ao som dos bons pastores.

A 29 de Junho, um jornal dos subúrbios de Sidney (“Parramatta Sun”), publicou mais uma das já habituais histórias de refugiados que inundam a Austrália; na primeira página uma africana expressava o seu contentamento pela regularização da situação dos pais, afirmando: “agora os meus pais já são australianos como eu”.

Andrew Fraser não se conteve e escreveu uma carta ao editor do jornal em que afirmava: “Uma população africana em expansão é uma receita certa para o aumento da criminalidade, violência e outros problemas sociais”. Rejeitando a ideia de que os imigrantes africanos e os imigrantes muçulmanos possam ser australianos como os descendentes dos celtas e anglo-saxónicos que ergueram e construíram o país, acrescentava que a chegada de africanos significava que os “anglo-australianos” eram mais uma vez obrigados a consentir a gradual erosão da sua específica identidade nacional. E terminava: “Porque é que a Austrália deve tornar-se uma colónia do Terceiro Mundo? O facto é que os australianos estão a ser empurrados para o suicídio nacional pelas suas elites políticas, religiosas e económicas!”

A carta de Fraser ditou a sua sentença. No seguimento da sua publicação o caso ganhou notoriedade pública e as forças do costume iniciaram a sua “cavalgada” rumo à destruição do professor australiano, obviamente não dos seus argumentos, porque essa nunca foi estratégia prometedora quando se confronta a verdade.

O primeiro golpe partiu de um seu colega de universidade, professor de filosofia, Alex Miller, que considerou as afirmações de Fraser dignas de Goebbels. A táctica começava a revelar-se, é aliás bem conhecida nestes casos, nada como ligar as vozes dissonantes ao nazismo, nem que seja da forma mais disparatada, não há nas nossas sociedades maior anátema.

Perante a vaga crescente de ataques infames que começaram a suceder-se dos mais diversos quadrantes com a devida promoção e exploração da isenta imprensa, Fraser acabou por comparecer num popular programa de televisão, «A Current Affair», onde defendeu que era um erro acabar com a política de imigração destinada exclusivamente a populações brancas e afirmou que os negros tinham uma propensão natural para a violência superior aos brancos. Mas Andrew Fraser foi mais longe e explicou que os africanos sub-saharianos têm um QI médio entre os 70 e os 75 pontos (o que, por padrões europeus, os coloca certamente aptos para os programas de “ensino especial”) e que o subdesenvolvimento africano indiciava uma clara diferença de capacidade cognitiva entre pretos e brancos. A resposta da entrevistadora não foi negar ou rebater cientificamente aquela afirmação, até porque todos os estudos realizados ao QI médio comparado das diferentes populações comprovam o que o professor Fraser afirmou – razão pela qual os grupos de activistas negros e a esquerda liberal americana têm criado inúmeros grupos de pressão para acabarem com os testes de QI nos EUA –, a resposta da jornalista foi dizer que as opiniões do professor Fraser eram um disparate e que aquilo “era conversa de Hitler”. Estava decidido, opiniões como aquelas não poderiam passar, tratava-se necessariamente de um perigoso nazi, isto mesmo que o professor não tivesse, por uma vez que fosse, feito qualquer referência ao regime nacional-socialista. O estigma, porém, estava já colocado e era preciso repeti-lo até à exaustão.

Nunca os argumentos de Andrew Fraser em defesa da preservação da identidade nacional fundadora do seu país foram contrariados.

Na sequência da tentativa de destruição pública do carácter do professor Fraser então iniciada, a Universidade de Macquarie dissociou-se das posições do seu universitário e, pela voz da vice-reitora, pediu desculpa às comunidades africanas, que entretanto haviam começado, através das suas associações, campanhas de protesto junto da Universidade. Assegurando que a instituição era orgulhosamente multicultural a vice-reitora convidou o professor Andrew Fraser a pedir a reforma antecipada, negando no entanto que se tratasse de qualquer género de represália.

Andrew Fraser declinou o “convite” para a reforma antecipada na Universidade e, numa carta aberta, afirmou que não aceitava que a instituição se tivesse desculpabilizado, no que considerou uma cedência da liberdade académica a pressões ilegítimas por parte de minorias étnicas e grupos políticos determinados em impor uma ditadura ideológica sobre o meio académico. Acrescentou que a defesa de uma política de imigração dirigida apenas para europeus era legítima e essencial para assegurar a continuidade da matriz civilizacional do país, que os seus argumentos eram academicamente justificáveis bem como as suas preocupações partilhadas por grande parte do povo australiano fora das elites do poder e das classes altas, cujo conhecimento da realidade social do país afirmou ser quase inexistente.

Fraser foi mais contundente e classificou como intelectualmente cobarde a posição assumida pela Universidade: “As universidade costumavam ter orgulho no seu comprometimento com a verdade, suprimir dados que são bem conhecidos de psicólogos, antropólogos, criminologistas, historiadores e juristas apenas porque a verdade pode desagradar a certas minorias protegidas traz à discussão o propósito das universidades.”

A carta do professor Fraser e a sua recusa em se retractar publicamente bem como a manutenção dos argumentos, consubstanciados por dados estatísticos e estudos académicos utilizados na defesa da identidade nacional da sua pátria, levaram à sua suspensão.

Andrew Fraser continuou a alertar para a diminuição da percentagem de europeus na Austrália, a colonização do país por hordas de africanos e asiáticos e na irreparável transformação que isso implicará para a sociedade. Por ter expresso a sua opinião, Andrew Fraser foi proibido de dar aulas, foi difamado em vários jornais e programas de televisão e foi catalogado como nazi.

Em resultado da polémica levantada, um grupo de 143 académicos assinaram um manifesto defendendo a limitação ao exercício da livre opinião enquadrado num conjunto de “princípios éticos” que restrinjam a liberdade de expressão no que toca a questões raciais. Em parte alguma do manifesto ou fora dele qualquer uma destas pessoas contrariou os dados apresentados por Andrew Fraser relativamente às estatísticas criminais, aos testes de QI, ao afluxo sem precedentes de imigração não-europeia ou à crescente influência dos imigrantes asiáticos na sociedade australiana.

Perante os dados estatísticos e os factos, os 143 intelectuais responderam com um apelo à limitação da livre opinião e à proibição da divulgação de dados científicos.

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