Entrevista a Marcus Bischoff

Entrevista realizada pela redacção do Causa Nacional ao activista nacional-socialista alemão Marcus Bischoff

Marcus Bischoff é um incómodo para o Estado da República Federal da Alemanha. Hóspede habitual dos Centros Prisionais deste país, Bischoff não dá tréguas a um regime político pseudo-democrata, nem conhece misericórdia do mesmo, onde a liberdade de expressão existe apenas para as opiniões permitidas, e cuja repressão implacável procura tornar a vida deste homem num inferno. Movido pela forte crença de que o seu povo não pode continuar refém de uma “História” imposta pelos vencedores de ’45, e prosseguida pelos colaboracionistas que hoje sugam a alma alemã, Bischoff promete não parar o activismo, mesmo e apesar dos transtornos que as suas inumeráveis estadias na prisão lhe provocaram.

Estabeleci contacto com Marcus Bischoff em 1996, quando ambos partilhávamos, ele na Alemanha, eu em Portugal, as agruras da vida prisional. Desde então mantemos esta relação de camaradagem e amizade, não obstante nunca termos estado frente a frente, o que ainda assim prova que o ideal que nos une, a voz do sangue, é superior a fronteiras e muitos quilómetros de distância.

Nesta entrevista, Marcus relata-nos sem paliativos, nem rodeios, as suas vivências e observações da sua amada Alemanha. De forma nua e crua ele aponta os inimigos e aquilo que ele julga ser o caminho a seguir. Atentemos no que ele nos diz.


* * *

JM – Marcus qual foi o motivo que te levou a abraçar a Concepção-do-Mundo Nacional-Socialista? Qual era a tua idade nessa altura?

MB – Nascido em 1960, eu sou uma excepção no Movimento NS.
Desde criança que recusei a intitulada “democracia”, todos esses fala-barato nos seus parlamentos.
Eu li todas as velhas sagas dos antigos povos europeus, em particular a do meu ancestral povo germânico.
Como tal, enquanto criança eu preferia a monarquia, um sistema com um líder forte (o Rei) que ditasse aos líderes menores o que fazer. Nada de parlamentos, nada de partidos, nada de palavreado, e nada de compromissos! Com 7, 8, 9 anos de idade compreendi que os monarcas actuais são somente parasitas. Eles não governam, eles não fazem nada nem conduzem o povo. Eles apenas têm e esbanjam rios de dinheiro para viverem na maior luxúria, saírem nas páginas cor-de-rosa e lavarem os cérebros às pessoas. Portanto os nobres dos nossos dias são o mesmo entulho que os parasitas eleitos nos parlamentos.
Desde tenra idade que não gosto de negros e demais sub-humanos (não tinha motivos, apenas era algo que eu sentia). Entretanto comecei a ver a minha terra a ser invadida gradualmente por estrangeiros, e os políticos democratas, sindicatos e Igreja a apoiarem (continuam a fazê-lo) essa invasão falando de “Humanidade” (“Todos somos da mesma espécie, não existem diferenças entre raças, as raças não existem, todos somos seres humanos com os mesmos direitos”).
Como eu preferia um sistema com um líder único, sem compromissos, sem conversetas mas acção, tive um sonho: Que um dia houvesse um sistema de povos brancos livres, liderados por bons arianos, tendo na chefia um único líder, que dissesse aos outros o que fazer. Um sistema de honra e poder. Um sistema sem sub-humanos nas terras europeias. Este era somente um sonho de um garoto.
Quando tinha 13 anos, uns rapazes ofereceram-me algumas velhas medalhas militares, com um símbolo lindíssimo. Os adultos ficaram doidos, gritando “deita fora essas coisas aberrantes! São más e não as deves ter nem mostrar a ninguém!”. Como criança que era não entendia porque é que aquelas coisas eram más. Os adultos falavam sobre os “malditos nazis”, embora eu não percebesse porquê.
Desde os meus quatro anos, idade com que aprendi a ler, que me dediquei bastante à leitura. Desse modo, procurei livros que mencionassem esses “malditos Nazis” e o seu magnífico símbolo que tinha tocado na minha alma: a suástica. Para meu espanto, li que outrora tinha vivido um homem que pretendeu realizar o meu sonho de criança! Esse Grande Homem foi o Führer Adolf Hitler, e a ideologia correspondia exactamente ao que eu tinha almejado anos antes, o sagrado Nacional-Socialismo!
Com 15 anos de idade decidi que tinha de fazer algo para mudar o Sistema decadente em que vivia. Pintava suásticas por todos sítios em que passava, e falava às outras pessoas acerca do grande Adolf Hitler e da ideologia nacional-socialista. Isto passava-se nos anos ’70, “os anos gordos”, em que o povo alemão tinha bastante dinheiro e apenas estava interessado em consumir. As pessoas abanavam as suas cabeças, rindo-se deste “rapazito maluco”.
Não demorou muito até a polícia vir bater à porta de minha casa e o delegado do ministério público acusar-me de fazer “propaganda proibida”. Após dois anos de investigações fui condenado a pintar as casas, apesar de não haver qualquer prova contra mim, só o facto de eu ser o único nacional-socialista na zona.
Os alemães actuais desprezam os seus próprios antepassados, contra os bravos soldados que perderam as vidas no combate por uma Europa nacional-socialista livre.
Rapidamente aprendi que não existe liberdade na auto-intitulada Alemanha “democrática”, as pessoas que pensam de forma distinta, que querem separar as raças devido às suas diferenças, que querem eliminar os parasitas e manter as suas “casas” limpas, são mandadas para as prisões, de maneira a que não sejam um perigo para o paraíso multirracial.
O objectivo deste Sistema corrupto é destruir tudo o que for puro, saudável, orgulhoso e nobre. Eles querem que todo o mundo seja povoado por sub-humanos apenas dispostos a consumir.
Isto forçou-me e continua a impelir-me a lutar contra este Sistema, a combater pela sagrada Causa nacional-socialista, não importando as vezes ou por quanto tempo os malditos narizes aduncos me metem na prisão!

JM – Marcus, se não me engano, tens 45 anos de idade, o que significa que conheceste muitas pessoas durante o tempo que já contas no Movimento. Podes falar-me daqueles camaradas que mais te impressionaram de forma positiva ou negativa, as tuas melhores memórias destes já longos anos de luta?

MB – Não, não posso responder a esta questão de forma satisfatória. Houve tantas pessoas que considerei camaradas. Uns foram bons e permaneceram bons. Outros desistiram ou tornaram-se traidores.
Há um pequeno e velhote camarada chamado Sepp Biber. Ele esteve doente durante uns tempos, mas já está de volta ao combate novamente. Ele sempre ajudou os camaradas mais jovens a adquirirem boa literatura a bons preços. Quando o conheci ele falou-me dos tempos do pós-guerra. Enquanto jovem havia se alistado nas SS e lutou na guerra pela liberdade dos alemães, da Alemanha, da Europa (e dos brancos em geral, embora naquele tempo ninguém falasse disso). Quando era criança transmitiram-lhe a grande ideologia. Tendo-a compreendido, ele entendeu (e continua a pensar da mesma maneira) que esta ideologia é a única e a melhor para ele e para o seu povo. Após a guerra os invasores e os seus colaboradores disseram (e continuam a dizer) ao povo que esta ideologia “era má e maldita” e que o seu líder fora o “maior criminoso do Mundo”. Para o jovem Sepp esta patranha contada pelos inimigos e as suas marionetas era inacreditável e, como tal, errada, porque a ideologia, a única verdadeira, estava no seu coração e sempre estará. Posto isso, ele permaneceu na Alemanha destruída, rodeado de inimigos e cobardes, e disse a ele próprio: “Enquanto for vivo existirá um nacional-socialista no Mundo”. Sepp entrou para a clandestinidade para combater o Sistema, mas não demorou muito a ser capturado e condenado por acção guerrilheira/terrorista.
Já velho, Sepp Biber contou-me tudo isto, um arrepio percorreu-me a coluna porque as palavras que ele me transmitira eram exactamente as mesmas palavras que tinha dito a mim mesmo quando era jovem, quando pensava ser um nacional-socialista solitário no Mundo da “democracia” materialista, traidora racial, dos decadentes anos ’70.
Por seu turno, não teria tempo suficiente para contar as numerosas frustrações provocadas pelos ex-camaradas, que outrora eram 150%, e na manhã seguinte traíram a sagrada Causa. Outros, como o camarada Diesner, pagaram o preço mais elevado neste combate por uma vida melhor para o nosso povo. O preço mais elevado não é a morte, mas ser enterrado vivo numa masmorra do sistema destruidor de raças.

JM – Sim, fala-me das tuas experiências na prisão. Estabelecemos contacto em 1996, quando ambos cumpríamos sentenças na prisão. Se não estou em erro, não era a tua primeira sentença. Podes dizer quantas vezes o regime alemão te mandou para a prisão e porque motivos?

MB – Não, não me lembro de quantas vezes fui sentenciado pelos auto-intitulados “juízes” nas últimas décadas.
Quando eu era um jovem rebelde pensei em combater o sistema com métodos criminosos (conseguir dinheiro para financiar o que fosse necessário). Assim, fui condenado, não por questões não-políticas, mas por crimes comuns. Porém, também nestes casos eu não cometi as coisas pelas quais fui sentenciado.
Fui condenado inúmeras vezes pelos meus ideais, ou seja, por propaganda com autocolantes, panfletos, cassetes de música, etc. Claro que as penas de prisão foram acrescidas pelo facto de eu ser nacional-socialista.
Passei anos e anos na prisão, sempre sem provas evidentes, mas apenas devido à “convicção” dos “juízes” deste sistema podre. Mesmo quando tudo demonstrava que eu não era culpado, os “juízes” condenavam-me. Esses é que foram crimes evidentes cometidos pelos “juízes”. Inclusive apresentei queixa ao Ministério Público contra eles, mas obviamente não teve qualquer efeito.
Portanto, a minha única esperança é que um dia, quando este sistema corrupto for destruído, estes ditos “juízes” tenham o castigo que merecem! Por essa razão redigi um documento onde descriminei todos os crimes que eles cometeram contra mim, e como a burocracia alemã arquiva todos os documentos, um dia este poderá ser apresentado publicamente. Então os delinquentes, nessa altura ex-“juízes”, irão ter os seus curtos e derradeiros julgamentos. Terão início os “dias da corda”.

JM - Durante uma das tuas estadias prisionais ficaste bastante doente devido a um problema no fígado. O Director da prisão não te permitiu um tratamento eficaz, não foi? Podemos pensar que o objectivo era liquidar-te. Recorda-me este doloroso episódio da tua vida e diz-me se tens mazelas físicas desde então.

MB – A questão relacionada com o tratamento foi muito mais complicada. Estive livre por quatro meses (Dezembro de ’97 a Abril de ’98). Após a minha libertação apressei-me a falar com o médico para saber quais as probabilidades de um novo tratamento (não tinha havido nenhum desde a último, mal sucedido, em 1991). Ele respondeu-me que era possível. Não seria um tratamento oficial, mas uma espécie de experimentação. Ele queria iniciar de imediato o tratamento, mas como em Abril tinha de cumprir uma pena de quatro meses, o médico disse-me que poderíamos iniciar o tratamento após esses quatro meses. Entretanto, ao fim de um mês de cativeiro, recebi nova ordem de prisão, relativa a 1986, com uma acusação de que eu teria tido uma conversa em que falei em “matar”. Cumpri os quatro meses e não fui libertado. Ora na prisão não era possível começar o tratamento, dado que não era um tratamento convencional. Se eu tivesse começado o tratamento enquanto estive em liberdade, poderia ter continuado o mesmo na prisão. Só precisava que me concedessem “alguns minutos em liberdade” para assinar os papéis em como assumia a minha vontade de iniciar um tratamento experimental.
Recorri aos juízes explicando que não havia perigo algum de fuga, dado que o caso remontava a 1986 (um caso não-político, do qual eu sabia estar inocente), além de bem velhinho, eu sempre soube que tinha um processo pendente e mesmo assim não fugi, não só nos quatro anos de “liberdade” (1990-’94), como nem nos quatro meses (Dezembro de 97’ e Abril de ’98), porque em boa verdade, eu próprio entreguei-me voluntariamente para cumprir esta pena de quatro meses.
O meu recurso foi negado. Aí percebi que, ao não me deixarem iniciar o tratamento, eles tencionavam liquidar-me.
Escrevi ao médico e ele disse-me que poderia adiar o tratamento até Dezembro. Contudo, a 23 de Dezembro fui condenado a 11 anos, os quais baixaram para 8, depois para 5 e mais tarde para 4 anos, e eles continuavam a referir o perigo de fuga.
Após esta sentença, tornou-se óbvio para mim que iria morrer desta doença por me recusarem o tratamento. O meu fígado estava demasiado estragado. Era explícita a intenção de me verem morto.
No entanto, os Deuses Arianos vieram em meu auxílio. A República Federal (a Alemanha ocupada por sionistas) teve de tornar o tratamento oficial quando o mesmo se tornou legal em outros Estados da União Europeia. Soube disto pelo médico da prisão, quando naquele momento tinha apenas 29% de hipóteses do tratamento resultar. Resultou e neste momento o meu fígado não apresenta quaisquer problemas.

JM – O movimento nacionalista alemão é, sem margem para dúvidas, um dos mais fortes da Europa. Existem dezenas de organizações, publicações, iniciativas, manifestações, etc. Como é que vez o desenvolvimento do cenário político alemão? Apoias ou és membro de alguma organização?

MB – Nestes dias difíceis, para todos os movimentos nacionalistas, eu, como nacional-socialista, apoio todas as pessoas e organizações que enfrentam o Sistema que pretende destruir a nossa identidade e deseja criar um miscigenado “one world”. Contudo, não pertenço a nenhuma organização política (sou sócio de uma organização que apoia os presos políticos e as suas famílias). * O Marcus refere-se à HNG, ou Hifsorganisation für Nationale politische Gefangene.

JM – Recentemente foi inaugurado o memorial ao “Holocausto” no centro de Berlim. Como é que o povo alemão está a reagir a esta derradeira auto-flagelação?

MB – Geralmente existem dois grupos distintos de alemães. Os consumidores compulsivos, que não querem saber da política para nada e que somente querem ter uma “boa vida”, pouco importando o futuro. Estes não querem saber do memorial ao “Holocausto” (o termo “holocausto”, significando milhões de judeus mortos pelos nazis na II Guerra Mundial, foi criado após a guerra por um programa televisivo. Os próprios judeus não utilizam esse termo, eles dizem “shoa”, mas os meios de comunicação, políticos e professores falam sempre em “holocausto”, embora a palavra signifique algo completamente diferente, ou seja, um sacrifício religioso através do fogo).
O outro grupo, também consumidores, preocupa-se, no entanto, com o seu dinheiro e questiona-se pelos milhões de euros gastos numa horrorosa edificação apenas para agradar aos judeus. Como tal reagem mal a tudo o que diga respeito a este “memorial”.

JM – A repressão contra os nacionalistas está a aumentar na Europa. Mesmo em Espanha, onde até há relativamente pouco tempo o Nacional-Socialismo podia ser livremente exprimido, agora alguns camaradas enfrentam problemas judiciais.
Isto obriga as pessoas a procurarem novas formas de actuação política. Goebells escreveu no fim da guerra, em tom profético, que os nacionalistas do futuro teriam de evitar referências ao Nacional-Socialismo, aos nomes de Hitler e demais líderes NS, devido à repressão, o que é bem verdade diga-se de passagem, mas, continuava ele, que no fim os valores NS vingariam.
Concordas com isto ou pensas que os camaradas que não fazem política abertamente NS são cobardes?


MB – Não, esses camaradas não são cobardes. São inteligentes!
O mais importante de tudo é que nos seus corações permaneça a sagrada suástica, e que nas suas mentes Adolf Hitler esteja sempre presente.
Fazer o “jogo parlamentar” apenas para arranjar um bom “tacho”, para ser um pequeno líder e ganhar dinheiro, já não é cobardia, é traição!
Os valores nacional-socialistas são os únicos verdadeiros e no fim prevalecerão. O caminho para a vitória não importa. Somente o êxito conta!

JM – Na Alemanha, à semelhança de outras nações europeias, o nacionalismo primário impele as pessoas a odiarem os seus irmãos europeus. Tu, se bem conheço o teu pensamento, és pan-europeísta. Como é que vês estes nacionalistas “estreitos”, que instigam alemães contra polacos, portugueses contra espanhóis, etc.? Iremos ver um dia uma União Europeia de livres nações europeias, com uma única estrutura política, económica, militar, ou isto nunca será alcançado?

MB – Entre os polacos, checos e alemães, existe um enorme e velho problema (maior que entre franceses e alemães), mas na verdade a sua importância é nula. O que interessa é que existem bons camaradas nestes países dispostos a salvar a Raça branca no seu todo.
Brancos que na Alemanha atentem contra brancos da Espanha e Portugal, por exemplo, são lixo, e não nacionalistas. Não passam de uns estúpidos dos quais nem vale a pena falar.
Os nossos inimigos de nariz adunco não poderão dividir os europeus, porque eles encaram esta “União Europeia” como o primeiro passo para a “União do Mundo”, na qual não existirão raças e povos, mas antes consumidores sub-humanos mestiços.
Nós, em sentido contrário, queremos manter as nossas próprias culturas, línguas, tradições, povos e nações, numa Europa livre num Mundo livre (sem os parlamentos das ditas “Democracias”, sem materialismo, seja capitalista ou comunista). A vitória será nossa!

JM – Sei que terás, eventualmente e quase com toda a certeza, de voltar à prisão, nas próximas semanas, para cumprir cerca de 100 dias. Podes explicar porquê?

MB – Tal como tudo relacionado comigo, também este caso é esquisito. Quando estive preso há cerca de três anos, solicitei uma saída precária, a fim de me deslocar ao meu apartamento, para resolver uns quantos assuntos e desse modo organizar a minha vida quando fosse libertado, uma vez que desde 1994 tinha estado somente quatro meses em “liberdade”, perfazendo desse modo 7 anos e 7 meses na prisão a contar do ano que acima referi. O Conselho técnico da prisão foi desfavorável, nem mesmo autorizando uma deslocação, acompanhado de guardas armados. Como tal, contestei essa decisão nos tribunais, sendo que também se mostraram desfavoráveis, alegando que haveria hipóteses de utilização dessa saída precária para “outros fins”, sem no entanto especificarem que “outros fins” seriam esses. Isto era injusto, já que o Supremo Tribunal alemão obriga a fundamentar quais os motivos. Obviamente recorri de novo. De acordo com esta normativa do Supremo Tribunal, o Tribunal de Berlim teria de declarar aquela decisão inválida, assim como, solicitar ao tribunal de 1ª instância uma nova decisão, explicitando que “outros fins” se referia. Porém, o Tribunal de Berlim recusou o meu recurso em vez de acatar as normativas do Supremo Tribunal de Justiça. Ora, Os juízes berlinenses inventaram dois “perigos”, na verdade inexistentes, ou seja, que eu era detentor de uma shotgun em 1986 e que iria adquirir outra caso me fosse concedida a saída precária.
Isto foi um enorme insulto contra a minha pessoa e os meus ideais, porque eu estive em liberdade durante quatro anos, entre 1990 e 1994, e quatro meses, entre 1997 e 1998, e não comprei qualquer arma de fogo nesse período. Já para não dizer que ao tipo que fora condenado juntamente comigo, o qual eu nunca tinha visto na vida, tinham lhe apreendido não apenas uma shotgun, mas também uma aram semi-automática e uma pistola, sendo que ele usufruiu de saídas precárias, esteve em regime aberto, trabalhando fora dos muros da prisão e concederam-lhe a liberdade condicional aos 2/3. Ele não tinha filiação política.
Ora somente porque eu sou nacional-socialista, os ditos “juízes” recusaram-me a saída precária, a escassas semanas da minha libertação, inventando um “perigo” inexistente. Não obstante, também inventaram outro “perigo”, nomeadamente que, uma vez na rua, eu iria colocar em perigo pessoas por mim consideradas desprezíveis. Isto era ridículo, pois os juízes sabiam muito bem que eu estava preso há largos anos e quase todos os presos eram por mim considerados desprezíveis, sub-humanos, e eu nunca precisei de saídas precárias para cometer crimes contra tal escumalha. Mesmo que eu tivesse aberto a janela da cela e gritado “pretos asquerosos”, ou algo do género, sabia que estaria a cometer o crime de insultar “seres humanos de raça negra”. Eles sabiam que nunca fiz nada disso, o que permitia concluir que não existia “perigo” algum.
Posto isto, escrevi ao Juiz Presidente do tribunal de Berlim dizendo que me sentia insultado e que eles, os juízes, é que estavam a cometer um crime em recusarem-me a dita saída sob o falso pretexto de “perigos” não reais.
Cinco dias antes da minha libertação (não tinha nem sequer uma cama no apartamento), a polícia política apareceu na prisão para me informar que uma nova acusação contra mim tinha sido formada, ou seja, pela carta “insultuosa” que tinha enviado ao Juiz presidente!
No decorrer deste processo contra mim, a juíza queria condenar-me à sentença mais pesada por este “insulto”, isto é, um ano de prisão. No entanto, o meu advogado pediu a um psiquiatra Estatal para que comprovasse que os inúmeros anos que eu tinha passado na cadeia tinham-me afectado e que, como tal, eu não deveria ser condenado por esse pretenso “insulto”. O psiquiatra, porém, disse que não havia relação alguma entre os anos que eu tinha de prisão e o “insulto”. Um ano mais tarde fui condenado. O Delegado do Ministério Público apenas pedira 100 dias, com base nos meus problemas psicológicos derivados do longo tempo atrás das grades. Assim, o juiz sentenciou-me apenas a 100 dias, mas como não tenho dinheiro (não quero pagar), terei de passar esses 100 dias na prisão.
Entretanto, o meu recurso foi rejeitado, recorri novamente, desta feita para o Supremo Tribunal, e com toda a certeza será rejeitado igualmente.
Enfim, irei passar 100 dias na prisão, “apenas” 100 dias, mas como podes ver, por nada, porque a vítima sou eu!

JM – Que conselhos dás aos jovens activistas, os quais, provavelmente, terão de enfrentar a repressão Estatal e poderão ir parar à prisão?

MB – Desconheço quais são as condições nas prisões portuguesas, mas na Alemanha as condições são horríveis (Nota: amigo, de certeza que na Alemanha não te sentirás a participar num programa da BBC Vida selvagem, como na realidade, se assemelham as prisões portuguesas). As autoridades dizem aos jovens delinquentes que as prisões juvenis são melhores porque poderão ser libertados aos 7/12, em vez dos 2/3 da pena. A verdade é que os presos com os ideais políticos “errados” nem dos 2/3 usufruem! As prisões com muitos jovens estão carregadas de Hormonas. Eles querem provar aos outros que são “homens a sério”, como tal, ocorrem problemas diariamente, problemas que levam a novas sentenças, em particular aos presos nacionalistas. O meu conselho é que peçam de imediato para sair de prisões onde existem muitos jovens. Numa prisão de adultos não existem tantos problemas porque os adultos não têm de provar nada a ninguém, e assim não há risco de novas sentenças e poderão alcançar a libertação calmamente e mais cedo.
Quero também dizer que mesmo na prisão é possível continuar a fazer trabalho político, nomeadamente, escrever para outros camaradas, aconselhando-os, ou escrever artigos para publicações e sites nacionalistas.
Não é preciso ter a cabeça rapada, tatuagens nacionalistas e roupas “nacionalistas” para mostrar aos outros que “eu sou um nazi puro e duro” e “não tenho medo de ninguém”. Cabelo normal, roupas normais, mas nacionalistas intransigente nas palavras!
É preciso ser inteligente. Não conceder ao ZOG mais motivos para manter uma pessoa na prisão, e, muito importante, continuar o combate político após a libertação. Criar uma família é crucial, mas abandonar o trabalho político porque “agora tenho uma família para cuidar” é exactamente o que o ZOG deseja!
Eles mandam os jovens activistas para a prisão para que estes sintam falta dos familiares e de sexo. É a saudade que os deverá levar a desistir de serem activistas assim que forem libertados. O ZOG diz “o activismo político conduzir-vos-á de novo à prisão, por isso, se vocês desejam criar uma família e querem estar junto da vossa mulher e filhos têm de abandonar o trabalho político”. Porém, se deixarmos de lutar pela nossa raça, povo e nação, estamos a trair o futuro das nossas crianças. Nunca se esqueçam disto!

JM – Bom, Marcus as derradeiras palavras são tuas.

MB – O Nacional-Socialismo é o único caminho para a raça branca sobreviver. Adolf Hitler foi o líder e permanecerá para sempre. A sagrada suástica tem de estar sempre nos nossos corações. Podemos morrer neste combate, mas nunca desistiremos, nunca nos renderemos! O futuro é nosso! Portanto, pensem sempre nas 14 palavras e façam o que for necessário.

Temos de assegurar a existência do nosso povo e o futuro das crianças brancas!

WIR NICHT KÄMPFT, HAT SCHON VERLOREN!
(Aqueles que não combatem, foram derrotados à partida!)

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