Usurpação da nacionalidade

Por “Caturo” (Blogue Gladius)

A Nação é a comunidade de indivíduos que tem em comum uma raça, uma etnia, uma língua e uma consciência nacional. Uma Nação é pois um dos graus da estirpe, a par da Família, da Etnia e da Raça. Consequentemente, só pode fazer parte de uma dada Nação, quem nasça no seio de famílias pertencentes a essa Nação. Assim, a Nação herda-se – nunca se compra, nem se adquire por meio de «serviços» (que é o mesmo que comprar), nem tampouco pelo nascimento num determinado local.

Se esta última condição fosse válida para garantir a pertença a uma dada Nação, então também seria válida para estabelecer a pertença a uma dada família. Suponha-se por exemplo que uma família Costa dava abrigo em sua casa a uma pobre mulher desconhecida que estivesse prestes a dar à luz. Será que o filho nascido debaixo do tecto da família Costa, teria direito a herdar a casa da família Costa? Nenhum direito, como é bom de ver. Mais: em sendo a mulher da família Silva, o seu filho, nascido no domicílio dos Costa, só teria direito ao que pertencesse à família Silva, porque o seu sangue assim o determinaria. Ora, uma Nação é como uma família maior; e o território de uma Nação, é como a sua casa.

Conclui-se, facilmente, que só é membro da Nação quem seja filho de pessoas dessa Nação, nascendo ou não em território nacional. É por isso que o único critério de nacionalidade legítimo, é o do Ius Sanguinis, isto é, o Direito de Sangue: só deve ser cidadão nacional quem seja filho de cidadãos nacionais.

Ora, à luz do que aqui fica exposto, será que um imigrante pode ser cidadão nacional? Evidentemente que não. E o filho do imigrante, mesmo que nasça em território nacional, tem direito a ser cidadão nacional? Evidentemente que não, pelo mesmo motivo que os seus pais estão excluídos da Nacionalidade. Nada mais legítimo.

No entanto, há quem tenha tal ódio às diferenças entre os homens, à simples existência de raças, de etnias, de famílias até e, no que nos interessa neste caso, de nações, que tudo faz e tudo fará para que todas as fronteiras naturais entre os homens sejam abolidas – para que todos os elementos que definem identidades sejam por fim suprimidos. Estes, que assim pensam, são os universalistas.

Toda a Esquerda é universalista – e o governo que dirige Portugal neste momento, sendo fundamentalmente de Esquerda (por mais pormenores ditos «direitistas» que alguns lhe atribuam), vai impor, amanhã, a alteração à lei da Nacionalidade, fazendo com que, a partir de agora, todos os filhos de imigrantes legalizados que nasçam em Portugal, passem a ser automaticamente portugueses.

Deste modo, o poder esquerdista (do governo, mas também da ralé adjacente, porque as principais forças da comunicação sucial e da «intelectualidade» estão certamente a favor de tal medida, basta ver que nenhum partido com assento parlamentar se opôs a essa obscenidade) pega na noção de Nacionalidade e esvazia-a por completo, em nome do seu ideal universalista.

Todo o governo, é nada mais do que um órgão eleito pelo povo que tem por função administrar o Estado. Mas o Estado não é a Nação. O Estado é tão-somente uma instituição ao serviço da Nação. O Estado é pois regido pelo governo – mas o governo não tem o direito de alterar a própria essência da Nação, porque não pode ir além das suas competências, que são, repita-se, meramente administrativas.

Assim, este governo mexe no que não lhe pertence – porque em sendo a Nacionalidade um direito de todos os Portugueses, nenhum português tem o direito de a alterar, pois que, actuando desse modo, interfere com o que também pertence aos outros portugueses.

Voltando ao exemplo concreto que foi dado acima a respeito das famílias, o que o governo está a fazer é como se um dos membros da família Costa decidisse que o recém-nascido da família Silva, também teria direito à propriedade dos Costa – seria, obviamente, um gesto de injusta arbitrariedade.

O que o actual governo socialista está a fazer em Portugal, é pois um crime contra a Nação – e, se houver justiça no Destino, um dia os seus responsáveis serão julgados em tribunal.

Retornando, uma vez mais, ao exemplo das famílias… suponha-se que o filho da mulher Silva, mudava de apelido, passava a chamar-se Costa… quer isso dizer que a família Costa teria de o reconhecer como membro da família Costa, e, portanto, com todos os direitos de herança que têm os filhos da família Costa? Tal aceitação da parte dos Costa seria um absurdo lógico.

Do mesmo modo, o facto de o governo socialista resolver dar um bilhete de identidade nacional a todos os alienígenas nascidos em Portugal, não deve ser levado em linha de conta pelo Povo consciente. Trata-se de uma situação aberrante que, um dia, talvez possa ser corrigida – e com efeitos retroactivos, por mais que isso custe a alguns.

Porque é que o governo socialista resolve tomar uma medida desta envergadura precisamente nesta altura? Repare-se:

- num momento em que todas as sondagens de opinião pública, revelam, sem deixar margem para dúvidas, que o Povo não quer mais imigrantes, e, especialmente, não quer mais africanos;

- numa altura em que certa sondagem em concreto revelou que Portugal está em quarto lugar na Europa em termos de hostilidade à imigração;

- num cenário político-social em que se torna óbvio que o Nacionalismo pode crescer em Portugal tanto como cresceu em França, por exemplo (onde Le Pen aterroriza meio mundo), como a manifestação de dia 18 de Junho sobejamente o demonstrou, marcando bem a espontânea aderência popular aos ideais nacionalistas (já que nenhum partido consegue convocar manifestações com tanta gente não militante);

- numa situação destas, a elite político-intelectual que governa o País, resolve pura e simplesmente acelerar o passo: apressar o processo de «universalização» de Portugal, isto é, de diluição do Povo Português, para que as forças nacionalistas não tenham tempo de crescer.

Com a população não portuguesa a aumentar de número e a possuir direito de voto, aumenta também a quantidade de cidadãos que nunca votarão no Nacionalismo, mas sempre nos partidos de ideal universalista. As «elites» de Esquerda querem pois que o resultado da sua acção seja irreversível.

Há também, nessas fileiras universalistas, quem siga a moral de dar a outra face – e, perante a violência crescente perpetrada por «jovens» filhos de imigrantes, a Esquerda opta por dizer «Não nos batam, não vêm que nós gostamos de vocês e queremos que vocês sejam dos nossos?» Ora, a ralé criminosa, com o seu instinto predatório da selva, percebe o sentido de tal atitude: percebe que se trata de pura e simples fraqueza. Percebe que se trata de uma profunda recusa da resistência.

Ora, o criminoso, o abusador, o agressor, o provocador, o que quer mostrar que ele é que manda – esse tipo de sujeito, fica comovido por atitudes de fraqueza? O Povo sabe bem que quem muito se agacha, acaba por mostrar as nádegas.

No dia Dez de Junho, a escumalha criminosa africana resolveu mostrar aos Portugueses quem é que mandava. Fez o que fez numa praia, e que já tinha feito noutras ocasiões. Nenhum dos integrantes dessa escumalha foi preso. No dia seguinte, fizeram o mesmo no Algarve. Poucos dias depois, assaltaram livremente quem lhes apeteceu, na linha de Sintra. Houve até portugueses que ficaram feridos ao saltarem do comboio: tal foi o pânico que sentiram.

Em suma, a escumalha criminosa percebe, perfeitamente, que faz o que quer e lhe apetece sem que a «sociedade racista!!!» (que eles acusam…) lhes aplique o menor castigo. E se aparece algum cidadão, menos entorpecido, a querer dar-lhes o devido correctivo, eles, criminosos, sabem que haverá logo um coro de «castrati» a cantarolar loas ao anti-racismo e a vituperar quem se quer pura e simplesmente defender dos criminosos alienígenas.

E depois de tudo isto, o governo até lhes dá cidadania. O resultado? A escumalha criminosa percebe que a táctica da violência resulta. E, evidentemente, continua a proceder como sempre procedeu, mas de um modo cada vez mais grave e ofensivo da dignidade dos Portugueses.

E se alguém resolver falar em travar a imigração e repatriar os criminosos alienígenas, aparecerá uma ou várias formas sub-humanas de vida a responder «Ai não!, agora já não pode ser, porque agora, já são portugueses…»

Aliás, isto foi realmente dito, a propósito do arrastão – um porta-voz do CDS/PP chegou mesmo a dizer, na Assembleia da República, que os jovens que fizeram o arrastão de Carcavelos, «são portugueses», e frisou-o bem frisado.

Com a nova lei, essa abjecção, esse NOJO REVOLTANTE, repetir-se-á em frequência e em intensidade. E é por isso que digo e repito: o verdadeiro Povo não pode reconhecer a validade da alteração legal da lei da Nacionalidade. E não pode porque o governo não tem legitimidade moral para o fazer. Falo pois do direito à desobediência civil, previsto na Constituição.

Efectivamente, o Povo tem o direito de resistir aos abusos de poder – isto, até os democratas mais abrilistas reconhecem, como por exemplo o BE, que andou a dar colóquios à sua jumentude, ensinando-lhe técnicas de desobediência civil.

Daí se conclui que é preciso, agora mais do que nunca, passar palavra: À REVOLTA, PORTUGUESES!!!

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