O papão da “extrema-direita”


Quando aqueles que estão no poder sabem que as suas pretensões não se identificam com as da maioria da sociedade portuguesa, têm que gerar mecanismos repressivos do sentir dessa mesma sociedade. Os mecanismos escolhidos, bem mais cínicos e totalitaristas que os da força bruta, são a censura discricionária e arbitrária e ainda o poder de desqualificar e de assassinar politicamente todos aqueles que se opõem às suas ocultas pretensões, normalmente através da manipulação de poderosos meios de comunicação.

Existem actualmente dois movimentos, poderosamente orquestrados desde fora, com a cumplicidade de muitos dos que, aparentemente, exercem o poder cá dentro, contra a Nação portuguesa e contra a família natural (pai, mãe e filhos), esse núcleo geracional que cumpre o desígnio social de renovar as gerações de qualquer país. Disto não faltam sinais inequívocos, pelo que se dispensa a apresentação de exemplos. Basta olhar para os abonos de família, para os programas escolares, para a cumplicidade com o tráfico de droga e para a promoção do homossexualismo.

Quem manifesta a sua oposição a estas “directivas” que certos grupos emanam para a sociedade é automaticamente rotulado de “extrema-direita”. Na boca destes senhores, de “extrema-direita” é todo aquele que luta pelos direitos da família e pela permanência de Portugal como Nação independente e soberana, que, no fundo, quer dizer livre. É ainda todo aquele que se manifesta contra a liberalização da droga e exige justiça onde há criminalidade. Nós estamos a ser oprimidos em nome da liberdade.

Não devemos, por isso, ter medos nem complexos de nos organizarmos e de procurarmos constituir uma força que resista e que lute pela nossa liberdade e independência enquanto Povo e Nação. Aquele que nos quer derrotar é o federalismo de Chirac, de Schröder, de Fisher e de Guterres. Aqui, temos que nos organizar para ser resistência e oposição.

Não devemos, igualmente, ter medos nem complexos, de nos organizarmos para resistir às pressões dissolventes e de lutar pelos direitos das famílias portuguesas, pelo crescimento da natalidade, pela criação de condições propícias de habitação para os casais jovens e pelo apoio do Estado a uma atenção doméstica dos mais idosos.

Esta guerra sem quartel é de tal modo dirigida contra a família e contra a sociedade portuguesa que a solução que esses senhores apresentam para superar os efeitos do envelhecimento da população, de que são inteiros cúmplices e culpados, é única e exclusivamente a imigração caótica e descontrolada. Como se as famílias portuguesas, actuais e futuras, não pudessem e não devessem encarar o desafio de regenerar e sanear a sociedade portuguesa mediante o crescimento da natalidade. É preciso que os portugueses exijam apoios ao Estado para que as famílias cumpram a sua função. Caso contrário, onde estará Portugal, onde estará o Povo português daqui por 30 ou 40 anos? Estamos condenados à extinção.

Em boa verdade, chegou-se a esta lamentável situação pelo medo de muitos portugueses, talvez justificado, a resistir e a actuar contra estas pretensões criminosas para a nossa sociedade. Muitos não se quiseram “chatear” e foram deixando andar. Outros têm ideias e propostas, mas precisam de mais braços para concretizar iniciativas; sozinhos nada podem fazer. A partir de agora já não há desculpa: já existe uma plataforma capaz de reunir força e de levar à prática os anseios reprimidos de tantos portugueses, sobretudo no campo da família.

Só há uma forma de resolver a situação: organizar, resistir e lutar. Sem medos, nem complexos!

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