Manifesto da Coordenadora Nacional-Revolucionária


O que é e o que quer a Coordenadora Nacional Revolucionária?

A C.N.R. é um colectivo Nacionalista que agrupa militantes provenientes de todas as correntes do Nacionalismo Revolucionário e está apostada no combate ao sistema corrupto implantado pelas armas após a Guerra Civil Europeia terminada em 1945, e em Portugal, após o golpe militar de 25 de Abril de 74.

A C.N.R. quer a consciencialização política de todos os sectores da Comunidade Nacional marginalizados e/ou oprimidos pelo regime: trabalhadores da terra e do mar, pequena classe média, idosos, proletariado jovem, etc.

Pretende também a implantação de uma nova forma de ser/agir Nacionalista, afastada de folclores arruaceiros e querelas que mais não fazem que servir os interesses do regime.

O que significa o símbolo da C.N.R.?

O gládio é um velho símbolo/ícone Indo–Europeu que nos remete para uma concepção do mundo aristocrática e viril. O martelo, também ele de origem Indo–Europeia, representa a energia no seu estado fulminante e, por analogia, o vigor com qual entendemos levar a cabo o nosso combate político.

Como é óbvio, e escolha de uma tal simbologia não é fruto do acaso, inserindo-se, na linha de reivindicação e defesa das nossas raízes Indo-Europeias.

Considerações gerais

A C.N.R. designa como principal inimigo externo a Nova Ordem Mundial, representada na sua face oculta por organizações como o grupo de Bildeberg, B’nai Brith e Maçonaria e na sua face visível pelo imperialismo americano–sionista e seus tentáculos operacionais: ONU, OTAN, CEE, etc. Como principal Inimigo interno este colectivo designa o regime e respectiva camarilha dirigente paridos pelo golpe militar de 25 de Abril de 74.

A C.N.R. manterá relações de cooperação e camaradagem com todos os movimentos que, ao nível nacional ou internacional, se revejam nas nossas concepções e actuem na mais estrita legalidade.

Concepções/Propostas

A C.N.R:

a) Define a Nação Portuguesa como uma comunidade com comuns características étnicas e culturais, unida numa vontade de potência e de destino.

b) Propõe devolver a Portugal a sua soberania e liberdade, perdidas após o desastre de 25/4/74.

c) Considera o Estado como um elemento de soberania e de ordem, reflexo das melhores tradições étnicas e culturais da Comunidade Nacional.

d) Proclama a total supremacia da função política sobre a função económica. Como tal, não tolerará a ingerência e domínio das multinacionais e grupos económicos locais na vida política e económica da Nação.

e) Defende intransigentemente uma política cultural baseada na defesa das nossas raízes Indo-Europeias. Como tal, opõe-se à sub-cultura ianque, cosmopolita e materialista.
Para além disto, opõe-se a toda a tentativa de criminalização colectiva, apagamento do passado e/ou de reescrita da nossa história praticadas pelo aparelho intelectual /mediático do regime.

f) Combate vigorosamente toda e qualquer forma de lusofobia em particular e de racismo anti-branco em geral.

g) Considera que Portugal não tem condições para ser um país de imigração. Como tal exige a efectiva expulsão dos imigrantes ilegais. Quanto àqueles já legalizados, bem como os seus descendentes, que possuam já bilhete de identidade nacional, a C.N.R. propõe o repatriamento assistido financeiramente para os primeiros e incentivos monetários e educacionais para os segundos, proporcionando-lhes mais-valias que facilitem o seu voluntário retorno à terra dos seus ancestrais.

h) Exige o julgamento e punição de todos os responsáveis pela descolonização e pela negociação de acordos com qualquer potência ou entidade que se revelem particularmente ruinosos para o interesse nacional.

i) Defende um real combate à epidemia criminal que assola o nosso país. Consequentemente, propõe a aplicação da pena capital aos médios e grandes traficantes de droga, aos perpetradores de crimes particularmente brutais e aos responsáveis de atentados à soberania nacional.

j) Exige a imediata abolição das leis celeradas que interditam a liberdade de expressão a um determinado sector da comunidade, abusivamente designado por “fascista” ou “racista”, por tal ser contrário à mais elementar liberdade de expressão.

k) Propõe uma verdadeira política de defesa da família como base da Comunidade. Para além disso, pretende a promoção de uma política de expansão demográfica que se traduzirá nas seguintes medidas: redução da carga fiscal para as famílias de três ou mais filhos e imediata implementação de apoios na educação, assistência médica e aquisição de habitação para as famílias numerosas.

l) Exige a imediata resolução da escandalosa situação de miséria em que vive a maioria dos nossos reformados. Menos dinheiro para as despesas dos políticos e para todo o tipo de pseudo “minorias” politicamente correctas e mais apoio para a maioria que vegeta após uma vida inteira do serviço em prol da Nação.

m) Assume uma vigorosa defesa da nossa agricultura, pesca e indústria face à intolerável prepotência da União “Europeia”.

n) Propõe a retirada imediata do nosso País de instituições como a OTAN, Nações Unidas e CEE por entender que as mesmas mais não são que instituições coloniais a soldo do imperialismo americano–sionista.

Se concordas, não te fiques só por isso, luta connosco, por Ti e por Portugal!

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