A importância do carácter

Por Michael Medeiros

Uma reflexão sobre a honra e auto-disciplina – e o seu profundo efeito na nossa luta pela auto-determinação branca.

Discurso proferido recentemente num encontro da Unidade de Boston da National Alliance.

O presidente da nossa organização definiu aqueles de bom carácter como “Pessoas... que fazem o que está certo mesmo quando não há ninguém a ver. Um homem de bom carácter tem sentido de honra. Frequentemente o carácter de uma pessoa só se revela quando as coisas começam a correr mal. Uma pessoa de carácter mantém a sua palavra, mantém a sua eficiência mesmo em condições de grande pressão, e raramente se queixa. Estas pessoas não se gabam de qualquer coisa que façam, limitam-se a fazer o que têm a fazer”.

William Gayley Simpson descreve um homem de carácter superior – o carácter do Homem Superior – como aquele que “não se contenta em flutuar como uma rolha na corrente da vida. O seu principal descontentamento não é para com os outros, não com o seu meio, não com um sistema económico ou político mas – acima de tudo – consigo próprio. Ele chega a uma visão da vida à frente do seu tempo, e deve querer transcender o seu eu actual para que possa oferendar os seus ossos e a sua carne a essa sua visão. Ele tem, portanto, de ser alguém cuja natureza é arriscar-se e gastar-se, mesmo até à exaustão, pelo bem daquilo que ele mais ama e em que acredita. Ele tem de reconhecer e aceitar a necessidade de impor a si próprio uma disciplina férrea sob a liderança da sua vontade. As qualidades necessárias são, portanto, uma aspiração perseverante, uma grande vontade, profunda autoconfiança, capacidade para uma lealdade sem limites e devoção, integridade, e com isso a força e a coragem para carregar o fardo que essa integridade lhe impõe”.

Aqueles que mantêm a sua palavra; aqueles que lutam pela nossa justa Causa apesar das dificuldades; aqueles que se recusam a desistir – esses são homens e mulheres de bom carácter. É com homens e mulheres de bom carácter que temos de continuar a preencher as fileiras da National Alliance. E é a partir dos de bom carácter que surgem os de carácter superior – o Homem Superior que nós da National Alliance queremos fazer surgir.

Quando um membro desiste, ou quando um branco racialmente consciente se recusa a aderir, muitas vezes usando desculpas como: “Não gosto da Resistance Records”, “Não gosto disto ou daquilo”, “Não era assim que o Dr. Pierce fazia as coisas”, e por aí adiante, temos de ter em mente que, francamente, essas pessoas simplesmente não têm bom carácter. O que está por detrás da desculpa é o medo; por vezes, divergências pessoais; outras vezes egoísmo – nunca verdadeira lealdade e devoção para com a nossa Causa. Pois os de bom carácter esforçar-se-iam por superar o seu medo; tentariam resolver as suas divergências pessoais em benefício da nossa Causa; fariam os sacrifícios necessários quando lhos pedissem – fariam o que está certo e não temeriam ninguém. Podemos não gostar da maneira como algumas coisas são feitas; podemos não estar satisfeitos com todos os pormenorezinhos da National Alliance. Mas esses desacordos são superficiais. Mantemo-nos tão activos quanto os nossos meios permitem, e assim continuaremos, porque os nossos objectivos últimos são correctos, necessários e acima de tudo, realistas.

É desmotivante testemunhar a corrupção, a complacência, a cobardia entre o nosso povo – especialmente naqueles que conhecemos melhor. Mas permitam-me que diga algo bastante “revolucionário”: não podemos controlar o que os outros fazem; podemos apenas controlar as nossas acções. Por muito que nos desaponte, não interessa se o Zé povo – ou mesmo um suposto “camarada” – escolhe não fazer o que está certo. Importa é se tu não escolhes fazer o que está certo. Se outros se venderam ou desistiram, temos de nos lembrar que não podemos controlar as suas acções, apenas as nossas. Não podemos permitir que tais acções nos desmoralizem. Nós optamos por lutar por aquilo que está certo. É difícil, por vezes devastador, mas, é a atitude certa. É a isso que se resume o bom carácter: fazer o que está certo, sempre.

A certa altura encontraremos um membro com quem não nos conseguimos dar. Qual será a melhor maneira de lidar com a situação? Chamar nomes? Recorrer ao boato e a outras tentativas de assassinato de carácter, convencendo outros a fazer o mesmo? Abandonar publicamente, causando danos à National Alliance nesse processo? Depois de abandonar, fazer tudo para dar cabo da organização só para conseguirmos a nossa “vingança” contra esse membro? Que tipo de carácter é que uma pessoa que escolhe uma destas opções – especialmente as três últimas – à custa da nossa Causa, demonstra ter? O que faria uma pessoa de bom carácter – aquela cujo objectivo último é o avanço da nossa Causa? Que tal minimizar o contacto com o indivíduo, e, se tivermos mesmo de trabalhar com ele, assegurarmo-nos de que a relação é estritamente profissional? Há a maneira correcta de fazer as coisas e a maneira errada. Aqueles que têm bom carácter escolhem a primeira; os outros preferem fazer aquilo que lhes souber melhor na altura.

Uma pessoa de bom carácter é aquela que faz aquilo que está certo na vida. Não importa se os outros não o fazem; só importa se nós não o fizermos. Não importa se outra pessoa opta por apunhalar pelas costas; importa se tu optas por apunhalar pelas costas. Não importa se outra pessoa opta por lançar boatos; importa se tu optas por lançar boatos. Não importa se outra pessoa opta pela maneira errada de fazer as coisas; importa se tu optas pela maneira errada de fazer as coisas. Por muito desmotivante que o comportamento de outros possa ser, relembrem: não podemos controlar o que os outros fazer; apenas podemos controlar aquilo que nós fazemos. Aqueles que têm bom carácter não se preocupam com o que os outros fazem; aqueles que têm bom carácter preocupam-se com o que eles próprios fazem. Nós, da National Alliance, representando a vanguarda de activistas brancos, devemos dar o exemplo. Aqueles que quiserem seguirão o nosso exemplo. Quantos mais brancos seguirem o nosso exemplo de bom carácter, maiores serão as probabilidades da nossa vitória. Assim, temos de viver este exemplo. Temos de, individualmente, ser de bom carácter.

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