Como uns simples cartoons podem enfurecer Árabes… muito barulho por nada!

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Muitos médicos e não-médicos dizem que não é bom para o coração ficar demasiado irritado ou tenso. Mas é impossível evitá-lo. O que podemos evitar é irritar-nos por assuntos triviais, e certificarmo-nos de que guardamos a nossa energia – e nervos – para situações sérias. Tentemos ser racionais!

No irracional mundo Árabe e na irracional mentalidade Árabe, especialmente na do homem selvagem Árabe Wahabi, a vida humana não é importante. Tal como não são importantes a saúde, o bom humor, ou o progresso. Portanto, eles julgam por bem enfurecer-se por assuntos insignificantes. Recentemente, um jornal Dinamarquês publicou uma série de 12 cartoons representando o profeta Muçulmano, Maomé, em que num desses, o mesmo aparecia representado com uma bomba no turbante. Os Muçulmanos Dinamarqueses – bem, não sei se deveria chamá-los Dinamarqueses, visto que a maioria nem se dá ao trabalho de aprender a falar Dinamarquês – insurgiram-se contra a situação. Manifestações de enfurecidos homens Árabes Wahabi (a grande maioria consistindo em homens obesos e com aspecto assustador) ocorreram na Dinamarca e nalguns países Árabes. Ministros dos negócios estrangeiros de países Árabes condenaram os cartoons na última conferência da Liga Árabe. Disseram que estavam “surpreendidos e descontentes com a resposta”. Disseram também que a resposta do governo Dinamarquês os desapontou apesar dos seus “laços políticos, económicos e culturais com o mundo Muçulmano”. O jornal e o seu “cartoonista” receberam ameaças de morte que forçaram o último a esconder-se e ao jornal a contratar seguranças para guardar a sua sede. Os Árabes muçulmanos, especialmente os Wahabis, reagiram desta forma porque:

1. O Islão proíbe qualquer representação de Maomé ou Alá (Deus, em Arábico).

2. As representações eram negativas, no sentido em que associavam o Islão ao terrorismo.

Antes de mais, os cartoons não eram assim tão ofensivos e eram supostos serem cómicos. Obviamente, os nossos caros Wahabis não conseguem aguentar uma piada. Além disso, mesmo que o Islão proíba representações de Maomé, o jornal não é Islâmico, nem Árabe, nem tão pouco é publicado num país Islâmico ou Árabe. Logo, o jornal não tem qualquer obrigação a seguir regras Islâmicas ou praticar tradições Muçulmanas. Os Wahabis não tinham direito de exigir um pedido de desculpas do jornal. Eles exigiram um pedido de desculpas através de manifestações enfurecidas, o que foi um acto desprezível e arrogante. Os Muçulmanos devem compreender que o que é sagrado para eles pode não ser sagrado para os outros. Eles devem perceber que a liberdade é um princípio valorizado nas sociedades ocidentais e que, se eles não gostam desse facto, deveriam regressar para o sítio de onde vieram. Quem pensam eles que são? O que alcançaram eles na Dinamarca de tão grandioso que lhes dá a audácia e descaramento de tentar restringir a liberdade de expressão de um jornal Dinamarquês? Será que se esqueceram de que são imigrantes que se isolam a si próprios? Será que se esqueceram de que não são mais bem-vindos? Será que se esqueceram de que não fazem sequer um esforço para falar a língua do país que os recebe? Olhem para a foto… a manifestação foi na Dinamarca e no entanto estes selvagens imprimiram cartazes em Arábico! Não é bizarro? Não só bizarro mas também irritante! Porque mostra um cidadão Dinamarquês cartazes em Arábico?

Mas deixemos os Wahabis habitantes de ghettos da Dinamarca. Vamos esquecer as ameaças de morte. Vamos esquecer que podem matar o pobre “cartoonista” Dinamarquês. Vamos considerar a reacção da nossa cara Liga Árabe. Os ministros disseram que “a reacção do governo Dinamarquês foi desapontante apesar dos seus laços políticos, económicos e culturais com o mundo Muçulmano”.

O tanas!!! Que laços? A que laço político se referiam eles? Será o desejo dos Wahabis Árabes Europeus de criar mini-teocracias Islâmicas dentro da Europa? Será a prática de Islamismo político ou o refúgio a terroristas? Será o desejo de implementar a lei sharia num sítio como a Dinamarca? Laços económicos? Poupem-me… Claro, aqueles Wahabis trabalham em fábricas e restaurantes e a fazer trabalhos que o Europeu Caucasiano não necessita de fazer, e isso pode ser considerado um ganho económico para a Europa; mas esses Wahabis não compreendem o conceito de planeamento familiar ou controlo de natalidade. Cada casal tem pelo menos 4 ou 5 filhos. Consideremos uma hipótese. Consideremos que um casal Wahabi tem 4 filhos, um deles do sexo feminino e outros dois são típicos gangsters desempregados. Assim, esta família de 6 apenas teria 2 trabalhadores, o pai e o filho empregado. Façamos a matemática: 6 pessoas, 2 trabalham, outras 4 usufruem de ajudas sociais. Multipliquem isto pelo número de famílias Wahabi na Europa e terão um resultado que está longe da vantagem económica que habitualmente os Muçulmanos dizem que são. De facto, os Islamitas estão a ter mais de 4 filhos por razões económicas e políticas. Em termos económicos, quantas mais crianças, mais cheques da segurança social. Em termos de política, quanta mais população, mais votos. Os Muçulmanos Europeus, em geral, estão a esgotar os recursos públicos de estados Europeus como a Dinamarca com as suas taxas elevadíssimas de natalidade. Será esse o “laço económico” a que a Liga Árabe se referiu?

Mas esperem! Existe também um laço cultural… sim, acreditem ou não, a Liga Árabe acredita que existe um laço cultural entre os Dinamarqueses, de mente aberta e amantes da liberdade, e o seu governo socialista liberal, e os selvagens Árabes Wahabis e os seus governos ultra-conservadores e anti-liberdade. Bizarro, não? Esses Islamitas estão isolados em ghettos em grandes cidades Europeias. As suas mulheres e filhas são passivas, iletradas, e forçadas a ficar em casa e não aprender a língua e a história do país que as acolhe. Os seus filhos estão perdidos e sem educação. Mais importante, a cultura Islâmica rejeita a liberdade de expressão e considera que o homem é moralmente obrigado a seguir as regras de deus. As necessidades artísticas, sexuais e intelectuais do Homem são vistas como obras do diabo. Os muçulmanos acreditam que ninguém é livre de fazer o que quiser, mesmo que isso não prejudique ninguém. Essa visão da liberdade está em contraste com a de toda a civilização ocidental, na Europa ou em qualquer outro lado! Logo, não há laços culturais entre o típico Dinamarquês e o típico Árabe Wahabi gangster de ghetto de Copenhaga.

Como homem Árabe, frustrado com o que os Árabes e os seus estados estão a fazer neste mundo, a minha mensagem à Liga Árabe é a seguinte:

Se se querem enfurecer com algo, e condená-lo, façam-no com algum dos seguintes assuntos:

O patético estado de estagnação económica, cultural e intelectual dos Árabes e dos seus países.

A terrível doença da religiosidade e superstição que infectou a maioria dos Árabes, inclusive os jovens.

O embaraço que aqueles Islamitas selvagens e sujos estão a causar na Europa.

O facto de que a juventude Árabe detesta ser Árabe e detesta viver em países Árabes.

O facto de Árabes licenciados estarem desempregados e procurarem emprego na Europa como contínuos, engraxadores e empregados de restaurantes.

O facto de os Árabes na Europa não terem aprendido quase nada com os Europeus.

O facto de as taxas de natalidade dos Árabes serem tão elevadas que ninguém dá valor ao material biológico Árabe.

O facto de que alguns ocidentais estão a visitar os vossos países para satisfazer os seus excessos sexuais ilícitos: sim, nos países Árabes, os chulos locais recrutam jovens prepubescentes indefesos e vulneráveis para os entregar a ocidentais em troca de uns dólares. Esses rapazes são usados para sexo desprotegido e outros propósitos.

O facto de, cada vez que admitem eleições, os vossos povos optam por estados Islâmicos.

Sempre que se sentirem insultados pelo estereótipo Árabe/Muçulmano/Wahabi, e a sua associação ao terrorismo, digam a vós mesmos que não há fumo sem fogo. Vocês são directamente responsáveis por perpetuarem os vossos estereótipos auto-impostos. Olhem para o cartoon que vos ofendeu. Reparem como Maomé é representado com barba. Reparem como as mulheres são representadas com burkas. Sim, vocês podem ficar ofendidos porque Maomé não era feio nem tinha barba como no desenho. De facto, ele era supostamente limpo e bem parecido. Vocês podem ficar ofendidos porque nem todas as mulheres usam burkas. De facto, as mulheres parentes próximas de Maomé não usavam qualquer véu. Contudo, se olharem para os Muçulmanos actuais e como eles se comportam, perceberam que o cartoon é bem realista. Tudo o que precisam para o confirmar é de olhar para a aparência e a expressão facial dos manifestantes da foto. A associação do Islão com terrorismo, selvajaria, tribalismo, atraso, e feiura pode ser atribuído na maior parte ao comportamento e aparência física dos próprios muçulmanos… Denegrir a imagem do Árabe Muçulmano é um crime que cometeram contra o vosso próprio povo e do qual ninguém vai beneficiar senão os vossos inimigos…

Acordem por favor do vosso sono e parem tanto barulho por nada. Por favor, façam com que o dia em que Árabes como eu não se sintam envergonhados da sua etnicidade venha antes de eu morrer. Espero ansiosamente por esse dia. Vocês não?

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