A consequência das portas abertas!

Por Fernando Alba

Ainda no centro da polémica dos «cartoons» continuamos a ver e ouvir o irracional e histérico protesto das hordas islâmicas. Protesto esse que transborda as fronteiras do espaço geopolítico muçulmano, entrando sem pejo nem vergonha pelas ruas e praças europeias, apelando, como aconteceu em Londres, à execução dos infiéis… na Europa! Por agora ainda não se tem conhecimento de semelhantes demonstrações no «dar-al-islam» (território islâmico), em solidariedade para com os «cartoonistas». Para bom entendedor…

A evidência dos factos diz-nos que na «dar-al-harb», (para os muçulmanos zona de conflito), abriu a época de guerra, só os menos avisados e os tontos úteis é que ainda não perceberam. É pena!

Da outra banda da barricada é cada vez mais explícita a rendição dos governantes (?!) europeus, servilmente apostados na renúncia à crítica aos seus comparsas muçulmanos. Os motivos de tamanha cobardia repousam tanto nos mesquinhos interesses económico-financeiros, como no pavor em molestar as comunidades islâmicas invasoras.

O etno-masoquismo complexado desta gentalha, onde Freitas do Amaral se salienta pela intensidade do disparate, reflecte o grau de cumplicidade com a «iminvasão», activamente promovida pelos mesmos dirigentes colaboracionistas que hoje lideram os destinos da Europa. O palavreado colorido em tons do politicamente correcto esconde e alberga o medo perante os que, de armas e bagagens, invadem o nosso espaço natural e espezinham os nossos valores.

É o caro preço que se paga pela irresponsável política de portas abertas a povos que não partilham a nossa Identidade etno-cultural. A todos os que teimosamente mergulham a cabeça em terra movediça, recusando a visibilidade dos factos, o despertar desse autismo será bem doloroso! Deixemo-nos de rodeios e subtilezas, o conflito esta aí, faz ferida e sangra! O inimigo concreto, físico, passeia a sua arrogância entre muralhas!

Mas ainda restam, infelizmente, os que entalados nos seus preconceitos turvadores da realidade, não podem, ou não querem, descortinar a ameaça que arriba às margens europeias. O islamismo, na sua génese, história e prática tem o registo do signo da inimizade para com a nossa intrínseca identidade civilizacional. Basta-nos a memória!

Muitos confundem-se com os verdes ventos que passam, chegados do quente deserto, provocando-lhes delírios inibidores, silenciando a esperada e natural indignação diante dos incêndios das embaixadas e bandeiras de nações que integram a mesma comunidade de destino e valores. Somos solidários com a Dinamarca, sem reservas e sem dúvidas!

Estamos aptos ao combate pela Terra e pelo Povo, pela Europa e pelos Europeus! A situação humilhante de «dhimmitude» não se aplica a quem reconhece a liberdade como seu valor existencial.

E aos que boicotam a Dinamarca comecem a desandar da Europa, aconselhamos e agradecemos.

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