Entrevista a Dmitriy Demushkin

Entrevista realizada pela redacção do Causa Nacional a Dmitriy Demushkin, presidente da União Eslava

1. Pode resumir aos nossos leitores o que é a União Eslava, a sua ideologia, métodos, estrutura e objectivos?

A União Eslava foi fundada em 1999. Os nossos fundadores eram militantes activos da RNE [União Nacional Russa – nota do tradutor]. Nos primórdios de 1998 um pequeno grupo de oficiais do serviço de segurança da RNE chegou a Barkaskov com relatos de traição. Mas nada foi feito a esse respeito e meio ano mais tarde a RNE dispersou-se em várias partes. Portanto essa é a história do início da União Eslava.

A nossa ideologia é o Nacional-socialismo; acreditamos que o sangue e a honra são as coisas mais importantes das nossas vidas. Para nós o NS é a soberania nacional e uma sociedade de justiça social.

A União Eslava não é uma organização religiosa, mas acreditamos que é impossível ser Nacional-socialista sem se acreditar em Deus. Em última instância lutamos pelo lado da luz e tudo o resto são as trevas. A Rússia é um país muito religioso de qualquer modo. Os nossos militantes são maioritariamente cristãos ortodoxos e pagãos. Não aceitamos muçulmanos nem judeus.

Utilizamos uma estrutura de redes e uma organização projectada – a nossa principal noção é de que uma pessoa trabalha melhor quando sabe e gosta daquilo que faz. Portanto procuramos atribuir a tarefa correcta a cada um – militares, artistas, hackers ou até mesmo criminosos.

Editamos dois filmes sobre os NS russos, “União Eslava” e “Skinheads” e estamos a produzir um terceiro filme sobre a União Eslava com uma qualidade ainda melhor.

Também temos uma editora musical através da qual editamos vários CD’s de grupos NS russos e planeamos editar 15 CD’s até ao final do ano. A música é uma ferramenta de propaganda muito útil para recrutar novos militantes. Também organizamos concertos NS em toda a Rússia.

Os nossos hackers combatem na Internet – este ano os sites jewish.ru, rabbi.ru, xeno.sova-center.ru e muitas outras páginas de não-brancos foram desfiguradas.

Os nossos militantes não são pacifistas; combatem nas ruas com os invasores da Ásia e do Cáucaso. No início do ano dois dos nossos apoiantes bombardearam a via-férrea Grozny (capital da Chechénia) – Moscovo e encontram-se actualmente na prisão, e não só eles.

Os nossos objectivos são estabelecer uma ordem russa na Rússia e criar uma união com todas as nações brancas do mundo.

2. A Rússia sofreu enormes perdas humanas durante a guerra civil europeia (1939-1945). Acredita que passados 60 anos, é possível reconciliar os povos da Alemanha e da Rússia? Como reagem as pessoas na Rússia à ideologia Nacional-socialista?

Nós somos irmãos. É essa a resposta. Podemos ter desentendimentos mas não deixamos de ser irmãos e a História das nossas nações está demasiado interrelacionada. Não há qualquer ódio para com os alemães mas alguns bastardos comunistas estão a tentar criá-lo. Mas serão derrotados de qualquer maneira.

60% da população russa (quase toda constituída por russos etnicamente brancos) apoia a “Rússia para os russos” – É necessária qualquer outra prova do apoio existente ao Nacional-socialismo?

3. Existem dezenas de organizações nacionalistas na Rússia actual. Quais são as principais diferenças entre a União Eslava e outros grupos, por exemplo a RNE? Será possível trabalhar um dia numa frente unida com outras organizações nacionalistas?

Há anos tentamos fazê-lo – mas existem demasiados “líderes” e muito pouco sentido. Muitos deles são produtos do sistema soviético ou pura e simplesmente malucos.

4. Em quem se inspiram os nacionalistas russos, quais são as vossas referências passadas e as actuais?

Como sabes a Rússia tem estado em guerra a maior parte da sua História. É o nosso modo de vida.

Naturalmente que aceitamos Adolf Hitler como o nosso professor no que diz respeito a Nacional-socialismo, mas temos muitos momentos históricos nos quais o povo russo foi extremamente bravo e com o custo das suas vidas salvaram não só a Rússia mas também o resto da Europa. Seria suficiente mencionar só o campo de Kulikovo, a campanha siberiana e a guerra da Crimeia. É por isso que somos russos com uma alma enorme e estamos sempre dispostos a ajudar.

Falando da Segunda Guerra Mundial posso dizer-vos que foi um grande erro, mas provou que os mais fortes governam. “Desafia-nos pela espada e morre pela espada.” Não são estas as palavras do knyaz Alexander Nevskiyi, que derrotou os cavaleiros alemães há 800 anos?

Mas creio que é altura de pararmos – chega de guerras fratricidas. Temos outros problemas.

5. Na tua opinião quais são os maiores problemas com que se depara a Rússia actualmente?

O principal problema é o decréscimo da população branca. Tudo o resto pode ser resolvido num curto período de tempo, mas serão necessários 20 anos para aumentar o número da população.

6. A Rússia tem um problema enorme, o conflito na Chechénia. Não só as autoridades russas não parecem ser capazes de esmagar os criminosos chechenos, mas o povo russo também tem que lidar com o terrorismo islâmico no coração de Moscovo. Qual é a tua opinião sobre isto?

Utilizaste a palavra correcta – é um conflito – não é um problema. A questão da Chechénia podia ser resolvida em 24 horas. Já o resolvemos no século XIX e em 1945. Os principais problemas são os judeus e o Ocidente, que afirmam que devemos recorrer aos mecanismos da democracia em vez de os matar a todos. Mas não há outra solução além de os matar a todos.

7. Recentemente, a União Eslava apareceu num documentário chamado “Terror Branco”. Podes falar-nos um pouco sobre isso?

O Daniel da Horizont Films contactou-nos e pediu-nos para participar. É um bom modo de mostrar aos nossos irmãos europeus e americanos que o movimento Nacional-socialista também existe na Rússia e estabelecer novas relações.

8. A maior parte dos países ocidentais tem vindo a ser invadido e colonizado por imigrantes não-brancos. Alguns nacionalistas olham para as nações de Leste, os eslavos, como a última esperança de regenerar a Europa. Acreditas que os eslavos têm a força de vontade para o fazer?

Creio que ninguém pode ajudar a Europa além da própria Europa. Os invasores são uma consequência da História da Europa e os eslavos e os russos com alguma coisa mas já temos muitos problemas na nossa casa.

9. Camarada Dmitriy, muito obrigado pelas tuas respostas. Tem alguma mensagem final a acrescentar à entrevista?

Acredito na vitória branca porque é esse o nosso destino e Deus irá ajudar-nos, mas para o conseguir temos que trabalhar arduamente durante muito tempo e talvez só as nossas crianças é que irão testemunhar a nova aurora da raça branca!

Viva a Europa! Viva a raça branca! Sieg Heil!

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