Por uma Europa Europeia

Por Anónimo

A imigração está-se a tornar a epidemia mortal que assola as pátrias europeias. Hoje em dia não temos um país na União Europeia que não tenha problemas com os imigrantes, se em Portugal o grande foco imigracional centra-se nas gentes que vêm das ex-colónias, na Inglaterra o grande problema são os paquistenes e indianos, na Alemanha são os turcos, em França os magrebinos e aqui na vizinha Espanha os marroquinos. São apenas alguns exemplos salientes e problemáticos.

A imigração tem de ser um dos cavalos de batalha dos senhores de Bruxelas, contudo estes fecham os olhos a este problema. A epidemia alastra, para quando o medicamento?

Dizer-mos que a Europa não precisa de imigrantes seria sermos redutores e até mentirosos, mas será que a Europa precisa desta invasão? A falta de mão-de-obra na Europa é um facto inegável, mas esta situação gerou-se porquê? Porque os governos Europeus, excepto alguns casos pontuais, nunca apostaram em políticas de natalidade, nunca promoveram o regresso de emigrantes que se encontram por exemplo nos Estados Unidos. Os imigrantes na Europa tornaram-se necessários devido à avidez dos capitalistas que construíram e construíram, em Portugal temos o exemplo da construção civil.

Nos anos dourados da construção civil entraram milhares de imigrantes sobretudo vindos de África porque Portugal não tinha mão-de-obra capaz de responder às necessidades empresariais e à ganância dos senhores construtores. Este processo deveria ter sido evolutivo, construir com calma de forma a garantir a subsistência de quem vive da construção civil, mas não. Vale mais tudo agora, no futuro logo se verá.

Consequência desta fobia empreendedora, é que o desemprego na construção civil é dos maiores no nosso país, e não se encontra solução para isso. Além de gerar desemprego na população portuguesa, muitos dos imigrantes que vieram nessa altura sem ser controlados, sem assinarem contratos de trabalho sem a garantia que no fim desses contratos retornariam ao seu país de origem, originou dois problemas.

Agora como solucioná-los? Para os Portugueses subsídio de desemprego, mas será que dá para todos já que os imigrantes segundo as leis que nos regem também têm direito? Eles eram pagos pelo seu trabalho e voltavam para suas casas, mas não, trouxeram os seus filhos, irmãos, primos e mais uns quantos apêndices, formando comunidades. Quais comunidades? A Cova da Moura por exemplo, o ex librís da violência nos arredores de Lisboa.

É isto que queremos para Portugal? Um rotundo NÃO! Não queremos guetos, não queremos bairros a imitar os Estados Unidos; eu pelo menos não quero, mas os jovens que habitam nesses bairros não fazem outra coisa que não imitar os seus irmãos afro. É vê-los em grupo pelas ruas de Lisboa, a roubar, a ouvir hip-hop (uma sub-cultura americana), com roupas de marca, que eu que trabalho não tenho condições para comprar, e eu questiono-me: como é que eles conseguem?

Se não trabalham, como conseguem eles? Só me ocorrem duas respostas: ou roubam ou então vendem droga nas ruas do nosso país, nas escolas do nosso país!

Esta é a consequência da imigração de um modo redutor, mas os culpados desta imigração são aquela esquerda passadista e retrógrada, que quer mostrar uma imagem moderna, e acima de tudo liberal. Nunca te perguntaste como é que maoistas e trotskistas podem ser liberais? Eles são tão liberais que defendem causas absurdas como a liberalização da droga e as uniões gay (que é algo contra natura). Se eles consideram isto moderno, eu quero ser retrógrado. Se para eles isto é caminhar para o futuro, eu prefiro caminhar para o passado. Eles escondem as suas verdadeiras intenções por detrás destes pensamentos liberais e modernistas. Mas não foi só a esquerda a responsável, a direita sempre apoiou estes intentos da esquerda no que concerne à imigração. A direita do sistema em Portugal é cínica e interesseira, quando precisa de votos proclama aos quatro ventos que é preciso combater a imigração, mas depois no governo tem ideias tão brilhantes na defesa do povo português que assina protocolos a fim de legalizar imigrantes desses países, o exemplo mais caricato é o Brasil (deve ser para legalizar as prostitutas e os dentistas).

Este país outrora foi nossa colónia, e agora os colonizados somos nós! Eles invadem-nos por todos os lados, eles estão em todo o lado. Até o nosso Carnaval, que era algo em que havia uma certa identidade nacional e se festejava segundo tradições nacionais, é vê-lo hoje com escolas de samba e afins e eu a pensar estarei no sambodramo?

Esta colonização é abismal, daqui a 50 anos em vez de aprendermos na escola como o Cabral descobriu o Brasil, vamos aprender como o Lula efectivou a colonização! E aprender todos os passos da colonização de um ex-colonizador, mas não será só em Portugal. A Inglaterra vai ver como a Índia os coloniza, a França vai ser colonizada pela Argélia, a Alemanha pela Turquia… Depois aprenderemos todos os passos que foram dados, e com o que se pode contar e uma deles é a colaboração destes traidores que nos governam, e não pensam nas vindouras gerações europeias.

Por isso, a União Europeia não pode caminhar para um estado federal, onde a perda das soberanias nacionais irá acontecer inevitavelmente, temos sim que reforçar a Europa das Pátrias, a Europa dos Orgulhosos, a Europa dos Defensores das tradições Europeias para que daqui a 50 anos não tenhamos uma Europa Federal em que nos estados europeus quem governa são as ex-colónias.

Por uma Europa Europeia.

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