Europa Islâmica? Não!

Por Anónimo

A massa popular assiste hoje impávida e serena à subversão dos valores identitários em prol dos interesses económicos. Hoje vendem-se as identidades e o futuro da Europa a troco de interesses económicos sem se ter em conta o passado histórico-cultural do velho continente.

O povo europeu tem aquilo que merece, vota neles, vota em quem não respeita a sua cultura e a sua identidade e apenas pensa na promoção dos valores económicos. Os federalistas querem transformar a Europa numa prostituta, vendem-na a troco de dinheiro, não respeitam os valores europeus a pensar no lucro. Quer gostemos ou não o cristianismo está enraizado na Europa, faz parte da nossa identidade. Mas o Islão?

O Islão não faz parte da Europa, aliás grandes combates pelas identidades foram travados contra o Islão. Vamos esquecer o nosso passado? Vamos renegar a nossa história?

A entrada de um país como a Turquia na União Europeia levanta uma série de problemas. O primeiro de todos é a entrada de um país que de Europeu só tem 5% do seu território. Em termos culturais e religiosos é um país antagónico ao passado Europeu, a sua população é 99% muçulmana. Porque insistem em criar territórios muçulmanos na Europa?

Com a tentativa de criar um Kosovo islâmico por parte dos Americanos, a Europa vai cair no erro de acolher um país islâmico no seu seio? Não nos podemos esquecer dos ataques que os islâmicos têm perpetrado contra a Europa (Madrid, 11 de Março). A Turquia ao entrar na U.E. seria uma porta de entrada para os terroristas no espaço europeu. Demagogia? Não nos parece.

O Islão tem pequenos territórios na Europa, a imigração é forte. Tendo em consideração que em França já representam 5 milhões (só é metade da nossa população...), com mais os Turcos que vivem na Alemanha e as comunidades islâmicas espalhadas pela Europa vejam a força que o Islão não terá. Na Holanda já existem escolas destinadas ao ensino do Islão, já que representam 900 mil dos habitantes daquele país. A batalha da identidade trava-se ocupando território e eles ocupam-no com o consentimento dos nossos governantes. A entrada da Turquia só facilitaria a livre circulação de 65 milhões de muçulmanos. Querem dados demográficos mais assustadores? A Europa já tem territórios ocupados pelo Islão.

Já acordaram para um cenário de uma Europa Islâmica? Se ainda estão a dormir, acordem e despertem porque a realidade está próxima. A Turquia se entrar para U.E. fica com 90 lugares no Parlamento Europeu, já viram a força? Imaginem. A Turquia ficaria com mais eurodeputados que a França e o seu peso no Conselho seria superior ao Alemão.

A possibilidade da Turquia entrar na Europa, levanta a pergunta: onde começa e acaba a Europa? O que é a Europa? Como se caracteriza a Europa? Afinal ainda existe território Europeu? Quem nós somos?

Quem somos nós?

Somos Europeus?

As tendências multiculturalistas propagadas pela esquerda multiracial e pela direita globalizadora fazem com que os povos europeus interroguem a sua identidade, a sua pertença, as suas origens. Nós só sabemos quem somos se possuirmos identidade. Actualmente os governantes subvertem os valores construídos com sangue e suor pelos nossos antepassados, temos de impedi-los. Impedir a entrada da Turquia é proteger a Europa mas também evitar que as fronteiras europeias sofram alterações a troco de interesses económicos. Se dissermos Não, evitaremos que países não-europeus passem a fazer parte da Europa como por exemplo Israel.

A entrada da Turquia criará outro problema, os direitos do homem? A U.E. caracteriza-se por ser uma entidade defensora dos Direitos, Liberdades dos cidadãos mas como nós sabemos no mundo islâmico as mulheres são privadas dos seus direitos. Vamos retroceder? Aqui deparamo-nos com a demagogia esquerdista (típica). A esquerda assume-se como defensora dos direitos do homem mas agora apoia a entrada de um país que castra a liberdade da mulher?

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