Guillaume Faye – Silenciado no Hexágono

Texto retirado do site SOS FRANCE

Dizer a verdade tornou-se um delito no país dos direitos do homem. Faye foi citado a comparecer na XIIª Câmara Correccional do Tribunal de Grande Instância de Paris. A sua última obra, tão explosiva quanto alarmante, revela os números escondidos pelo poder existente sobre a imigração não europeia no Hexágono e anuncia "uma modificação detalhada do substrato étnico da França e talvez a prazo da Europa".

Faye, assim como o seu editor Æncre, deve "responder" pelo delito de incitamento à discriminação, ao ódio e à violência para com um grupo de pessoas devido à sua origem, à sua pertença ou não pertença a uma raça, a uma nação, a uma etnia ou a uma religião...

O sistema contesta a veracidade dos números descritos na obra explosiva, a Colonização da Europa, discurso verdadeiro sobre a imigração e o Islão. Mas é proibido exprimir-se abertamente dado que a sua reflexão não se inscreve no politicamente correcto. Não é necessário ser um grande visionário para constatar, como diz Guillaume Faye, que a Europa se encontra actualmente perante o maior flagelo da sua história. Faye fala de submersão demográfica. O desmoronamento demográfico do velho continente e a chegada maciça e contínua de populações extra europeias não assimiláveis vai provocar "uma desfiguração antropológica e uma modificação detalhada do substrato étnico da França e talvez a prazo da Europa". "E apoia-se sobre números choques". Se não se fizer nada, em 2010, a população da França corre o risco de contar mais de 15 milhões de pessoas de origem extra-europeia, cuja maioria será mais jovem que a população autóctone. Dos 780.000 nascimentos anuais na França, um dos números mais baixos da história, 250.000 nascimentos são de mulheres magrebinas, africanas ou asiáticas, ou de casais mistos. 25% dos 5-25 anos em França são de origem não europeia. A este ritmo o prognóstico não sofre nenhuma contestação: em 2010, o Islão será a primeira religião praticada no Hexágono. "A invasão realiza-se tanto pelas maternidades como pelas fronteiras abertas" salienta Faye. É a demografia que escreve a história com efeito. A este ritmo as previsões de Jean-Paul Gourevitch, autor da “França Africana” não têm nada de irrealista. De acordo com ele, antes da metade deste século, mais de metade dos nascimentos no Hexágono serão o fruto de casais não europeus. Na sua obra Faye denuncia a mentira, nomeadamente sobre a "necessidade económica desta imigração".

"A imigração custa cada ano 300 mil milhões de francos". Apenas 5% dos imigrantes que entraram clandestinamente na França no período de 1998-1999 encontraram um emprego” refere Faye. E que dizer do sistema escolar? Faye não se encolhe nas palavras: "A imigração destrói a escola pública". Violência e insegurança endémica, mergulho do nível escolar nas escolas públicas das classes populares, crises psicológicas do corpo docente – ninguém dirá o que efectivamente acontece - apesar de todas as reformas. A lista dos sintomas da desestabilização da Educação nacional é longa, cada vez mais dispendiosa e cada vez mais ineficaz.

Ficamos colonizados.

Com efeito, uma comunidade imigrada estruturada na Europa torna-se uma "pequena Argélia", "um pequeno Sri-Lanka"... O que incita fortemente à chegada de novos imigrantes e o que facilita a vinda dos clandestinos. "O telefone árabe funciona maravilhosamente na Europa", a França em primeiro lugar, constitui uma terra prometida para muitas nacionalidades. Nesta mesma obra Faye atribui pela força das coisas um largo lugar ao Islão que qualifica de religião de conquista universal pela violência. "O Corão é uma arma de guerra", uma fé que é o modelo do totalitarismo dado que crê ser vocacionado para combater os outros.

"Este continente oferece-se a nós", ou antes “é Allah que no-lo oferece”, como costuma afirmar um chefe religioso em Créteil.

Para salvar a Europa, Faye apela a uma inversão dos valores a fim de erradicar este "individualismo materialista burguês" que nos consome. E pensar na Reconquista, seguindo o exemplo de Ferdinand e de Isabelle. "Se estoirar uma guerra civil étnica que solução poderá ser encontrada?"

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